quarta-feira, 22 de junho de 2011

Freguesia de A dos Francos


Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Graça e S. Silvestre
Templo sem qualquer feição arquitectónico a mencionar. No seu interior naõ tem nenhum adorno ou espécie artístico que mereça citação. Calcula-se que teria pertencido a esta ermida, a imagem de S. Silvestre, escultura gótica de madeira, que agora se guarda na Igreja de Nossa Senhora do Pópulo



Capela do Espírito Santo
Capela construída no séc. XII pelos cruzados Franceses, que aqui habitaram no reinado de D. Afonso Henriques.
Restaurada em 1994 .
Placa descritiva na fachada do edifício “A oito de Dezembro de 2008 foi remodelada esta capela de Nossa Senhora de Conceição do lugar do Espírito Santo na presença de D. Anacleto de Oliveira ,das Autoridades Civis e do povo Cristão.”



Casais da Bica
Uma pequena e singela capelinha em honra de Santo António.
« Santo António teria nascido por volta de 1195, em Lisboa com o nome de Fernando Bulhões, aos 14 anos entrou para o mosteiro de S. Vicente de Lisboa. E em 1220 mudou-se para Coimbra onde se tornou monge da Ordem dos Cónegos Regrantes de Stº. Agostinho e alterou o seu nome para António. Só mais tarde se torna frade franciscano. Encarregado de varias missões pela sabedoria de que era conhecido, percorreu vários países, sempre levando uma vida pobre que lhe agravou a doença e morre em Pádua a 1231 com 36 anos. Foi declarado santo onze meses depois da sua morte pelo Papa Gregório IX.»



Casais de Santa Helena
A Igreja inaugurada a16 de Julho de 1995 pelo Bispo auxiliar de Lisboa D. José C. Policarpo

A Lenda da Capela de Santa Helena
“Antes das invasões francesas de Napoleão, apareceu a imagem de Santa Helena em cima de uma espinheira.
Como nos Casais de Santa Helena não havia Capela, os habitantes levaram a imagem para a igreja de A-dos-Francos e todos os anos, depois das colheitas, faziam uma festa em sua honra.
Em 1928, um Homem chamado João Gomes juntou-se com outros e decidiram iniciar a construção da Capela, nos Casais de Santa Helena.
No ano seguinte, em1929, morreu o João Gomes e as obras ficaram paradas.
Mais tarde, em1937, o senhor Carlos Barbosa com outros homens acabaram a Capela.
Esta, já não existe, caiu em ruínas e foi demolida por completo.
Em1964, iniciou-se um novo templo, tendo as obras paradas por algum tempo, por motivos financeiros.
As mesmas foram terminadas dois anos depois, e recentemente, a Capela de Santa Helena foi aumentada, tendo sido inaugurada no dia 16 de Julho de 1995, com a presença de D. José da Cruz Policarpo.
Hoje, as pessoas de A-dos-Francos ainda estão pensativas se a imagem de Santa Helena devia de ter regressado aos Casais, porque sempre ouviram dizer, que os Casais eram de Santa Helena, mas nunca ouviram dizer, que a imagem de Santa Helena pertencia aos Casais. “
(Texto desenvolvido pela escola EB1 dos Carreiros freguesia de A dos Francos retirado da internet)

História de Santa Helena
“Santa Helena não é uma santa somente porque ela encontrou a cruz de Cristo. Ela amava os pobres e vestia com modéstia e humildade.
A veneração a Santa Cruz remonta ao ano de 292, quando a imperatriz Helena, esposa de Constâncio Cloro, perseguida pela obsessão de encontrar a Cruz de Cristo, pediu ao imperador autorização para demolir o templo dedicado a um dos deuses do império romano, construído no monte Calvário, uma vez que estava convicta de encontrar a relíquia debaixo do grande templo.
Conseguida a autorização, mobilizou muitos obreiros, tendo encontrado os escombros do templo não uma, mas três cruzes, deduzindo que uma deveria corresponder a Cristo e as outras a cada um dos ladrões, com as quais haviam sido crucificados.
Como saber qual das cruzes seria a de Jesus? Diz-nos a lenda que Helena ordenou que trouxessem perante si um defunto, que encontrara prestes a ser sepultado, sobre o qual foram colocando cada uma das cruzes. Ao tocar uma delas, o defunto recuperou a vida. A dúvida havia-se dissipado: esta era a cruz em que morreu o Redentor do mundo. Por esta razão a imperatriz Helena foi canonizada, e se venera como Santa Helena da Cruz (ou Santa Cruz).”



Vila Verde de Matos
Igreja em honra de São Sebastião.
História de S. Sebastião
“São Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal - a Guarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado no rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Luciana (Santa Luciana, cujo dia é comemorado em 30 de Junho) resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o nas catacumbas.”

Obras disponíveis

(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o 
Email imtn@sapo.pt
 telem. 916850489)
Aguarelas31cm/40cm
Preço 100€













Freguesia de Landal




Landal
A Igreja Matriz em honrado Espírito Santo fica no largo onde existe um cruzeiro centenário e na Igreja observe a imagem de Nossa Senhora do Ar que no passado esteve na Capela no alto da Serra de Todo O Mundo hoje em ruínas.
Igreja de nave única com pavimento em tijoleira, cobertura em tecto de madeira disposto em 3 planos, revestimento azulejar a meia altura e paredes marmoreadas. Capela-mor com arco em asa de cesto e cobertura abobadada, altar-mor de cariz popular. Iluminação feita através de janela do frontispício, baptistério e capela-mor.






Amiais
Igreja em honra de Nossa Senhora do Rosário





Casais da Serra
Igreja em honra de São Sebastião







Bairradas
Igreja em honra de Nossa Senhora de Fátima, a data da sua construção é de 20 Julho de 1980




Rostos
Igreja em honra de São Martinho, contem uma arquitectura recente e a data da sua inauguração corresponde a 1 de Outubro de 2000.





Santa Susana
Igreja de Santa Susana
“Segundo a lenda, Santa Susana teve origem no milagroso aparecimento de Santa Susana, a protectora dos animais, a uma vaca que pastava naquelas terras incultas. Esse "milagre" ter-se-á dado próximo de um zambujeiro que ainda hoje existe. Como homenagem à Santa, um dos primeiros monarcas portugueses mandou construir aí uma capela.” O culto a Santa Susana não parou de aumentar. Conhece-se algumas localidades de Alcobaça que em tempos praticava círios a esta localidade.
Uma tradição que foi muito popular foi a do Bárrio de Alcabaça "Círio do Bárrio" ir às Festas de Santa Susana no Landal. Hoje está em desuso. Pensa-se que a origem desse Círio é muito antiga e diz-se que teria tido início quando um ano de epidemia, o gado bovino da povoação adoeceu e morreu quase todo. Os habitantes do Bárrio, perante tal desgraça, fizeram a promessa de que se algum gado escapasse à doença, iriam num círio a Santa Susana (padroeira do gado). Tal aconteceu e assim terá nascido a tradição.


Obras disponíveis



(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o Email imtn@sapo.pt/ telem. 916850489)Aguarelas31cm/40cm


Preço 100€




























segunda-feira, 30 de maio de 2011

Exposição " ARTE DE RECORDAR" em Caldas da Rainha




ARTE DE RECORDAR, vai voltar ás galerias.
Desta vez, temos o Concelho de Caldas da Rainha.
Um Concelho que se estende desde do mar até à serra , com paisagens bonitas e diversas, assim como os monumentos que a compõe.
Quem tiver a oportunidade de visitar, aproveite para conhecer um concelho sem sair do lugar.
A exposição é composto por 73 obras de Aguarelas, e vai estar patente na Galeria Osíris, ( Edifício da câmara junto ao Turismo) Caldas da Rainha de 3 de Junho a 3 de Julho.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Livro

Aguarelas de Inês Neves
Igrejas e Ermidas do Concelho da Batalha

Este Livro é o resultado de uma entrega pessoal e profissional em proporcionar ao povo a imortalidade da sua História de caris Religioso.
O livro tem por objectivo dar oportunidade de observar a diversidade e a riqueza das Igrejas e Ermidas construídas nas quatros freguesias, sinal da enorme devoção religiosa que o povo ajudou a construir.
Contem todas as imagens das aguarelas, por mim pintadas que representam o Concelho da Batalha.
Ao Município da Batalha agradeço o interesse e iniciativa em publicar esta obra, visto que tem em mãos uma matéria rica e palpável para uma promoção e divulgação do seu próprio Concelho.
Este Livro encontra-se à venda na Câmara Municipal da Batalha.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Aljubarrota



Aljubarrota
Neste largo da Misericórdia encontra-se o edifício da Junta de Freguesia de Prazeres e S. Vicente, o Posto de Turismo, correios e centro de saúde .
Beneficia de uma torre de relógio e um pelourinho.

O Pelourinho manuelino, símbolo da justiça, possui três degraus circulares, a base da coluna tem oito faces com flores-de-lis e elementos florais, a coluna é lisa e monolítica e ainda se podem encontrar a um terço da altura furos onde estariam fixados os ferros de sujeição. No capitel, o remate é constituído por pinha piramidal com a esfera armilar e o escudo português martelado por chapéu eclesiástico, em relevo.

A torre sineira ou torre do relógio data do século XVI. Foi o rei D. Sebastião que ofereceu à Vila o sino da torre por volta de 1554/1578. A torre, símbolo do poder civil, estava separada da antiga Casa da Câmara (hoje sede das Juntas de Freguesias) constituído um modelo arquitectónico invulgar.

Obras disponíveis
(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o Email imtn@sapo.pt/ telem. 916850489)Aguarelas
31cm/40cm
Preço 100€

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Exposição " ARTE de RECORDAR" na Nazaré

Esta é a sala do Posto de Turismo da Nazaré.
Aqui pode ver e rever todo o património do Concelho da Nazaré reproduzido em aguarelas.






Santuário
Nossa Senhora da Nazaré

Esta igreja tem uma arcaria exterior, sucessora dos alpendres manuelinos. O templo é decorado com bons azulejos holandeses com as “ Vidas de David e José do Egipto” e apresenta quatro altares no corpo do templo e dois colaterais no cruzeiro.
A imagem de “Nossa Senhora da Nazaré com o menino” está no trono e ambos estão coroados de diademas ofertados pelo rei D. João V.
Acerca da imagem de Nossa Senhora da Nazaré correm imensas lendas. Umas, dão-lhe vários milagres e proclamam-na a imagem mais antiga que existe no país e sobre os seus milagres, conta-se “ o prodígio do colar da Virgem que Vasco da Gama trocara pela sua cadeira de ouro e que serviu ao navegador para aplacar o mar, na difícil passagem do cabo das Tormentas”
Lenda da Nazaré
Retirado do livro “ Lendas Portuguesas” de Fernanda Frazão
Editores “amigos do livro”
Esta lenda teve inicio há cerca de mil e quinhentos anos, em pleno século IV, no tempo das perseguições aos cristãos em Roma, altura em que muitos dali fugiram e se refugiaram na Península Ibérica.
Nessa época, um monge grego que vivia em Roma, Ciríaco, fugiu para Belém de Judá, levando na sua mísera bagagem uma pequena imagem da Virgem Maria amamentando Jesus, a Virgem do Leite. Em Belém, Ciríaco ofereceu a imagem a S. Jerónimo, que, por sua vez, a mandou a Santo Agostinho, o célebre bispo de Hipona, autor de “ A Cidade de Deus” . De mão em mão a pequena Virgem do Leite não se ficou no Norte de África, porque Santo Agostinho decidiu oferecê-la a um convento peninsular, a poucos quilómetros de Mérida, o Mosteiro de Cauliniana.
Os monges de Cauliniana, como a imagem tivesse vindo da terra da Virgem, mudaram-lhe o nome para Nossa Senhora da Nazaré, e, durante algum tempo, pareceu ter terminado a longa peregrinação da imagem que fora do monge Ciríaco.
Novos factos, porém, vieram alterar o sossego na Península Ibérica e, mais uma vez, obrigar a outra fuga da Senhora da Nazaré.
Estava-se no ano 711. Os mouros de Tárique, há pouco entrados no território peninsular, constituíam um grande perigo para os cristãos visigodos que estes reuniram um poderoso exército em Guadalete. O rei Rodrigo, ultimo rei dos Visigodos era o chefe do exército cristão. Uma vez derrotado, fugiu para Mérida e apresentou-se no convento de Cauliniana, onde se deu a conhecer ao abade frei Romano. Uma vez derrotados decidiram fugir, em direcção ao Oeste, até à costa Atlântica, transportado com eles uma caixa com relíquias que Santo Agostinho que tinha oferecido ao mosteiro, nos quais se encontrava a imagem do Nossa Senhora de Nazaré.
Diz-se que os caminhantes chegaram àqueles montes inóspitos e escalvados no dia 2 de Novembro de 713. No monte que hoje se chama de S. Bartolomeu.
Durante algum tempo mantiveram-se juntos, até que Rodrigo manifestou o desejo de viver só. Frei Romano pegou nas relíquias e na imagem e mudou-se para o monte fronteiro, o actual Sítio da Nazaré, escondendo os objectos sagrados sob uma lapa. A 26 de Março de 716 Rodrigo encontra o frei sem vida e abre-lhe uma cova junto à lapa. E este então abandona o local e muda-se para Viseu no lugar de Fetal, e aí consta que morreu.
Durante quatro séculos e meio, as relíquias e a imagem ficaram escondidas sob a lapa, onde o Frei as tinha deixado. EM 1178 , uns pastores descobriram-nas , e com a noticia da descoberta começou haver uma romaria ao local. Com a deslocação de pessoas ao local , formou-se um núcleo de gente dedicada em especial à pesca, que deram o nome á terra o mesmo nome da Santa ( Nazaré)



Ermida da Memória



O templo, no esporão do Sitio, consta de dois pisos, sendo o inferior formado pela gruta primitiva e o superior pela Capela propriamente dita, azulejada nas paredes e cúpula, com restos de azulejos padrão do séc. XVII (azuis e amarelos) e azuis, do século XVIII, de motivos ” isolados” e “ jarras”.
Foi construída junto ao local, onde se deu o milagre de Nossa Senhora da Nazaré.
Reza a história que “a 14 de Setembro de 1182, D. Fuas Roupinho e seus companheiros se dirigiram ao local para caçar. E por lá andaram, até que D. Fuas avistou um veado enorme e de porte real, que parecia desafiá-lo. O animal deixou que o cavaleiro se aproximasse e logo, se lançou em louca correria em direcção à beira do penhasco rochoso.
D. Fuas, que galopava meio cego de entusiasmo, não reparou onde se encontrava senão quando viu o veado atirar-se no abismo. Aflito, tentou parar o cavalo, mas a velocidade era tal que nenhuma força humana o conseguiria parar. Num segundo o cavaleiro anteviu as consequências e insensivelmente invocou a Senhora da Nazaré , que, de imediato, surgiu no céu, frente à montada. O cavalo estacou imediatamente, fincando com tanto desespero os cascos traseiros na rocha, que essa marca ainda hoje existe.
Quanto ao veado, estatelou-se e desfez-se em fumo negro: era o Diabo a tentar o cavaleiro.”
Em agradecimento deste miraculoso salvamento, D. Fuas mandou construir a capela da Memória, ali, junto à lapa onde fora encontrada a imagem da Senhora da Nazaré.




Igreja de Santo António


Situada na vila da Nazaré.
Capela mandada construir pelos pescadores em 1861.
« Santo António teria nascido por volta de 1195, em Lisboa com o nome de Fernando Bulhões, aos 14 anos entrou para o mosteiro de S. Vicente de Lisboa. E em 1220 mudou-se para Coimbra onde se tornou monge da Ordem dos Cónegos Regrantes de Stº. Agostinho e alterou o seu nome para António. Só mais tarde se torna frade franciscano. Encarregado de varias missões pela sabedoria de que era conhecido, percorreu vários países, sempre levando uma vida pobre que lhe agravou a doença e morre em Pádua a 1231 com 36 anos. Foi declarado santo onze meses depois da sua morte pelo Papa Gregório IX.»





Igreja de Nossa Senhora dos Aflitos

Fica situada na vila da Nazaré.
Esta Igreja foi mandada construir pelos monges Cistercienses de Alcobaça em 1760.



Igreja da Misericórdia

A primitiva capela da Misericórdia foi criada para albergar a irmandade da Misericórdia da Pederneira, instituída antes de 1561, que tinha como principal função administrar o hospital da Pedreneira.
Em 1877, a irmandade foi extinta e os seus bens passaram para a real casa de Nossa Senhora da Nazaré, que fundou um hospital no sitio da Nazaré , para continuar a acção de existência daquela Misericórdia.
O templo é vasto, bem iluminado e apresenta no interior, sobre a porta principal, um painel de azulejos com a figuração da Misericórdia.
Do lado da Epístola, fica a tribuna, formada por cinco grupos de três colunas jónica.








Igreja da Nossa Senhora das Areias


A Igreja Paroquial da vila da Pedreneira, dedicada à Nossa Senhora das Areias, é um templo construído no final século XVI. É vasto, com coro, dois altares colaterais e dois laterais e uma capela-mor com altar, de boa talha dourada do séc. XVII. As paredes são revestidas de azulejos “ padrão “azul e amarelo, do séc. XVII, num silhar alto e sobre ele, encontram-se azulejos de “tapete” . Na capela-mor há dói quadros de pintura sobre tela, figurando num o “ Milagre da Mula” e o outro, o “Ressuscitado”.












Igreja de Nossa Senhora dos Anjos

Fica situada próxima da Pederneira. É um templo paroquial quinhentista, muito alterado pelos sucessivas obras de conservação. Do primitivo, resta o alpendre da entrada, feito em madeira.
O altar-mor apresenta um retábulo.











Monte de S. Brás e S. Bartolomeu


Fica situado entre a Pederneira, e o Valado dos Frades. Conhecido por Monte de S. Brás ou S. Bartolomeu, os mais antigos denominaram-no por Seano. O seu actual nome deve-se à lenda da Nazaré, quando D. Rodrigo e Frei Romano por ali passaram e com eles trouxeram as relíquias de S. Bartolomeu e de S. Brás.
Tem 156 metros de altitude, e no cimo encontra-se a capela e um ponto de vigia.




































Igreja de São Gião

Templo visigótico, datado do séc. VII, que apesar de muito arruinado, ainda mostra vestígios da arquitectura paleocristã acidental.
Situado na quinta de São Gião . Actualmente está em plena degradação, consta que em meados 1597 estava em pleno estado de conservação, relatos documentados pelo Frei Bernardo Brito.
Outra referência a esta Igreja deve-se ao Frei Antónia Brandão, cronista da ordem de Cister do século XVII a respeito do seu despovoamento durante o reinado de D. Sancho I, devido à peste. A Igreja terá estado afectada ao culto até à segunda metade do século XVII. A partir dessa altura, começou a deteriorar-se de tal modo que em 1702 era usada como curral de gado. Consta também que deve-se a esse uso alternativo a sua existência até hoje.






Freguesia de Famalicão






Igreja de Nossa Senhora da Vitoria

Famalicão foi povoada pelos habitantes de Paredes da Vitória, que trouxeram consigo o culto da Nossa Senhora da Vitória, em honra da qual foi construída a igreja. Um dos registos mais antigos da capela primitiva foi encontrado numa pedra datada de 1663. Porem, da antiga capela já nada existe e com a excepção da torre sineira, que será anterior à remodelação existente, o resto é arquitectura moderna.
No interior, guarda uma bela escultura do Espírito Santo, em pedra muito antiga, que foi encontrada enterrada no antigo cemitério, junto da igreja. Alguns dizem ser provenientes da igreja de S. Gião.
Em honra da padroeira realizam-se todos os anos uns festejos comemorando Nossa Senhora da Vitória, culto esse trazido pelos habitantes das Paredes quando tiveram de fugir do antigo porto do mar, devido às tempestades de areias que a submergiram para sempre….














Igreja de Santo Isidro

Igreja de Santo Isidro fica na localidade de Raposos, pertencente á freguesia de Famalicão








Freguesia de Valado dos Frades





Igreja de São Sebastião


A igreja de S. Sebastião , Valado dos Fades foi reconstruída em 1866 e em 1965. Apresenta uma torre sineira. No interior, existem duas tela, obra de Belchior de Matos, grande pintor maneirista.

Freguesia de Fanhais




Igreja de Nossa Senhora da Conceição

Fica no lugar de Fanhais.

Obras disponíveis
(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o Email
imtn@sapo.pt/ telem. 916850489)
Aguarelas
31cm/40cm
Preço 100€















quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Exposição "ARTE de RECORDAR" na Batalha

Exposição que decorreu na galeria Mousinho de Albuquerque na Vila da Batalha está agora neste blog . Pode ter agora a oportunidade de ver ou rever todo o evento . Pode observar todo o Património do Concelho reunido em aguarelas.



Mosteiro de Santa Maria da Vitória


Óleo sobre tela e pasta relevo


1,045m x 0,845m


Preço 250€






Vendido


Nuno Alvares Pereira


Óleo sobre tela e pasta relevo


0,845 m x 1,045m


Preço 250€


Vendido


Mosteiro da Batalha


Aguarela


31cm x 40cm


Vendido

Mosteiro da Batalha


Aguarela


31cm x 40 cm


100€


Mosteiro da Batalha


Aguarela


31cm x 40 cm


100€




Vendido


M0steiro da Batalha no anos 30


Aguarela


31cm x 40 cm


100€




Mosteiro da Batalha O Mosteiro de Santa Maria da Vitória (mais conhecido como Mosteiro da Batalha) , foi mandado edificar por D. João I como agradecimento à Virgem Maria pela vitória na Batalha de Aljubarrota. Não se sabe o ano exacto em que se iniciou a construção do Mosteiro, mas parece ter sido em Janeiro de 1388. Em Março de 1388 D. João I doou-o à Ordem Dominicana. Porém, como a obra mal tinha começado e ainda se estava longe de erguer a parte conventual, os Dominicano só vários anos depois se instalaram ali. A obra, até às últimas pedras nas Capelas Imperfeitas, devia ter decorrido entre 1388 e 1533( data que aliás está gravada no balcão renascentista das Capelas). O Gótico tardio português não é o manuelino, embora este se possa inscrever como uma variante portuguesa do gótico. «Texto de Sr. José Travaços Santos» Parte da história que justificou a construção do mosteiro. “Batalha de Aljubarrota decorreu no final da tarde de 14 de Agosto de 1385 entre tropas portuguesas com aliados ingleses, comandadas por D. João I de Portugal e o seu condestável D. Nuno Álvares Pereira, e o exército castelhano e seus aliados liderados por D. Juan I de Castela. A batalha deu-se no campo de São Jorge, nas imediações da vila de Aljubarrota, entre as localidades de Leiria e Alcobaça, no centro de Portugal. O resultado foi uma derrota definitiva dos castelhanos, o fim da crise de 1383-1385 e a consolidação de D. João I como rei de Portugal, o primeiro da dinastia de Avis. A aliança Luso-Britânica saiu reforçada desta batalha e seria selada um ano depois, com a assinatura do Tratado de Windsor e o casamento do rei D. João I com D. Filipa de Lencastre. Como agradecimento pela vitória na Batalha de Aljubarrota, D. João I mandou edificar o Mosteiro da Batalha. A paz com Castela só viria a estabelecer-se em 1411. A Batalha de Aljubarrota representa uma das raras grandes batalhas campais da Idade Média entre dois exércitos régios e um dos acontecimentos mais decisivos da história de Portugal. No campo militar significou a inovação de uma táctica, onde os homens de armas apeados foram capazes de vencer a poderosa cavalaria medieval. No campo diplomático, permitiu a aliança entre Portugal e a Inglaterra, que perdura até ao dias de hoje. No aspecto político, resolveu a disputa que dividia o Reino de Portugal do Reino de Castela e Leão, permitindo a afirmação de Portugal como Reino Independente. Tornou possível também que se iniciasse umas das épocas mais grandiosas da história de Portugal, a época dos Descobrimentos” Obras disponíveis (Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o Email imtn@sapo.pt/ telem. 916850489)




Aguarelas 31cm/40cm Preço 100€