quarta-feira, 22 de junho de 2011

Freguesia de Santa Catarina



Igreja Matriz .



Dedicada a Santa Catarina um edifício amplo, estilo barroco, com grande torre sineira. O interior antes da ultima alteração era de uma só nave, coberta por tecto de madeira, possui seis altares, O retábulo do altar-mor e os dos altares laterais ostentam talha dourada do início do século XVIII. Na capela lateral do lado da Etola, dedicada a Nossa Senhora do Rosário reconstruída em 1873, está colocado um retábulo de época posterior que enquadra telas secundárias. A Capela do Coração de Jesus datada do século XV. No pavimento subsiste o túmulo do instituidor, Johan Reiz Português, falecido em 1554.





Casal da Marinha
Capela de Cristo Rei
Junta a esta capela existe uma placa com a seguinte descrição”Beneficiação do largo da Capela do Cristo Rei, com a participação da Junta de Freguesia e Câmara Municipal de Caldas da Rainha, 20-11-2005” e uma placa a identificar os seus primeiros 50 anos a 15 de Setembro de 1985.



Relvas
Igreja de N. S. da Purificação
Encontra-se junto ao largo da Igreja uma placa com a data de 25 de Maio de 2003







Casal da Coita
Capela que tem como padroeiro Nossa Senhora da Saúde






Cumeira
Capela de Nossa Senhora de Fátima







Mata Porto Mouro
Capela de Santo António
Junto à igreja encontra-se uma placa com o nome do SR. que ofereceu parte do terreno para a sua construção, e no chão a data possivelmente das suas obras 1994.











Peso
Igreja em honra de Santo Antão



Portela
Igreja de São Tiago
Esta igreja com uma arquitectura curiosa tem como data da sua construção 2003 como é identificado na placa que eu passo a descrever “Capela de São Tiago nasceu do sonho, vontade e generosidade da população com ajuda da Câmara Municipal das Caldas da Rainha . Bênção por sua Ex. D. Manuel Clemente, sendo Prior João Domingos Braz , 12 de Janeiro de 2003







Granja Nova
Capela de N. S. da Piedade
Contem uma placa por cima da porta principal com data de 30- Outubro de 1921






Quinta da Ferraria
Capela que tem como padroeiro Nossa Senhora da Conceição
Capela que tem como data inscrita no cimo junto à cruz 1921,( talvez a data da sua origem.


Obras disponíveis


(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o Email imtn@sapo.pt/ telem. 916850489)Aguarelas31cm/40cm


Preço 100€
























Freguesia de Alvorninha


Igreja Matriz
Nossa Senhora da Visitação é a padroeira.
Igreja mandada construir no reinado D. Manuel I, mais precisamente no ano 1530.
Com o terramoto de 1755 ficou completamente danificada , e assim permaneceu até às evasões francesas. Em 1932 sofreu novos arranjos, e pintura e em 1983 foi finalmente inaugurada.
É uma Igreja vasta, com capela – mor, dois altares colaterais e cinco laterais arranjados modernamente. A pia baptismal é quinhentista, decorada no bojo com o escudo das quinas coberto por um chapéu do Cardeal. A porta da capela – mor para a sacristia é também manuelina.
Portal manuelino com arco de volta abatido, lavrado de uma decoração vegetal que desce das ombreiras entre dois delgados fustes capitelizados e rematados superiormente por cogulhos irradiantes, dominados pela esfera armilar que sobreleva toda a composição.
( texto retirado do livro (por terras dos antigos coutos de Alcobaça) de Maria Zulmira A. F. Marques.
Descrição lápide na torre: (este relógio foi oferecido pela junta de freguesia e câmara municipal - 28-8-1983); lápide no frontispício: (28-VIII-1983 - dia da inauguração da igreja matriz restaurada pelo povo cristão da paróquia que tem a honra da presença do senhor cardeal patriarca dom António ribeiro





Igreja da Misericórdia
A Igreja da Misericórdia de Alvorninha, foi fundada em 1605, com um hospital anexo e foi desde logo consagrada ao Divino Espírito Santo. Templo pitoresco com alpendre e galilé, sob um adro alto em cima de uma escadaria.





Casal Frade
Capela que tem como padroeira a Nossa Senhora da Glória
Junto à capela encontra-se uma placa com o seguinte: “Restauro pela população, Junta e Câmara Municipal 1 de Junho de 2007


 Pego
Igreja situada numa pequena aldeia com o nome de Pego, terra que viu nascer a 26 de Fevereiro de 1936, o antigo Cardeal Patriarca de Lisboa, D. José da Cruz Policarpo.
Foi cardeal-patriarca de Lisboa durante 15 anos.
Ordenado padre aos 25 anos, tornou-se bispo aos 42 e, aos 61, coadjutor do Cardeal-Patriarca de Lisboa, com direito a sucessão, mas nunca foi o que gostaria de ter sido: pároco.
Estudou Filosofia e Teologia nos seminários de Santarém, Almada e Olivais, em Lisboa.
Entre 1966 e 1970 viveu na capital italiana, onde se licenciou em Teologia Dogmática em 1968, pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, com uma tese intitulada “Teologia das Religiões Não - Cristãs”.
Dirigiu durante quase três décadas (1970-1997) a formação dos padres saídos do Seminário dos Olivais. Foi reitor da Universidade Católica de Lisboa durante oito anos, chefiou o projecto da Igreja Católica na TVI e era o braço direito do seu antecessor, o Cardeal-Patriarca D. António Ribeiro, desde 1978, ano em que recebeu a ordenação episcopal como bispo titular de Caliábria.
Ao tomar posse na Sé Patriarcal de Lisboa como arcebispo coadjutor, aproveitou para defender que a Igreja deve "partir para a abertura de novos ritmos pastorais" e declarou-se disposto a entregar à diocese da capital o resto da sua vida.
D. José Policarpo foi, até 18 de Maio de 2013, cardeal patriarca de Lisboa, cargo que ocupava desde 1998, o que contribuiu para se destacar como uma das principais figuras da Igreja Católica em Portugal. Participou em dois conclaves: no de Abril de 2005, que elegeu Bento XVI, e no de Março de 2013, que culminou na escolha do Papa Francisco.
Morreu a 12 de Março de 2014 com 78 anos.





Ramalhosa





Santana
Igreja de Santa Ana
Junto a Igreja existe uma placa com a seguinte descrição: “Esta Igreja de Santa Ana foi reconstruída de 2001 a 2003 e inaugurada pelo Sr. Cardeal Patriarca D. José da Cruz Policarpo a 31 de Agosto de 2003. A comissão agradece a ajuda de quantos contribuíram para esta obra.





Santa Marta
Igreja de Santa Marta ( as suas origens constam de ser do ano 1136-1170)
Consta ter uma imagem de Nossa senhora com o menino e uma pomba, em pedra, medindo 57cm, e outra de Santa Marta, também de pedra policromada do séc. XVI com 62cm.
Existe junto à igreja uma placa com os seguintes dados:”melhoramentos na capela e zona envolvente em 25 de Setembro de 2005”





Moita







Trabalhia
Capela de Nossa Senhora da Esperança, com data de restauro de Fevereiro de 1998.

Situada no lugar de Trabalhia, que recebeu foral em 1210, no reinado de D. Sancho I, concedido pelo Mosteiro de Alcobaça.

A Capela de Nossa Senhora da Esperança, ostenta um alpendre com colunas e um bom retábulo em talha dourada do séc. XVIII.







Capela de Almofala

A capela da aldeia, datada de 1786 e implantada num morro, tem uma pequena e graciosa escadaria, alpendre e colunetas, com cobertura em telhado indiferenciado de duas águas e de 3 águas sobre o alpendre.A capela foi restaurada no séc. XIX e, é dedicada a Nossa Senhora da Piedade, cuja festa se celebra no último domingo de Agosto





Zambujal
Igreja de Santo Amaro
História do Santo Amaro
“Amaro é um santo que viveu no século VI, nasceu em Roma de família senatorial, Amaro foi entregue aos cuidados de S. Bento, quando tinha apenas doze anos. Correspondeu tão bem à afeição e à solicitude do mestre, que foi em breve proposto como modelo aos outros religiosos. S. Gregório exoutou-o por se ter distinguido no amor da oração e do silêncio, e conta que, a exemplo de S. Pedro, foi recompensado da sua obediência caminhado sobre as águas. Foi o caso de um jovem chamado Plácido cair no açude de Subiano. S. Bento soube-o por revelação e, chamando Amaro, disse-lhe: “Irmão Amaro, vai depressa procurar Plácido, que está prestes a afogar-se”. Munido com a benção do mestre, o discípulo correu sobre a água a socorrer Plácido, a quem agarrou pelos cabelos e trouxe para a margem, não se apercebendo sequer Amaro de ter saído da terra firme. Quando deu pelo milagre, atribuiu-o aos méritos de S. Bento.O curso da sua vida religiosa não desmentiu as promessas. Amaro cumpria tão bem o ideal monástico que todos passaram a considerar nele o perfeito herdeiro espíritual de S. Bento, o sucessor eventual dele. Segundo uma tradição, foi Amaro quem ficou a substituir S. Bento quando este se transferiu para Monte Cassino (Italia). E é-lhe aí atribuída ainda a implantação do instituto beneditino nas Gálias. Parece que veio a falecer pelo ano de 584.”







Cumeira da Cruz
Capela em honra do Senhor Jesus do Calvário





São Clemente






Malasia





Vila Nova
Capela de São Sebastião
Tem uma imagem do padroeiro em madeira policromada do séc. XVIII ou XIX que mede 62cm.


Obras disponíveis


(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o Email imtn@sapo.pt/ telem. 916850489)Aguarelas31cm/40cm


Preço 100€



































Freguesia de Vidais







Igreja de Nossa Senhora da Piedade
Construção datada do séc. XVI / XVII.
Conservando-se a velha invocação local a Santa Maria de Óbidos. Esta particularidade leva a suspeitar de que a paróquia deve ter sido instituída pela igreja da Vila de Óbidos,, o que possibilita que vidais tenha sido um domínio do Castelo de Óbidos desde o séc. XII.




Capela da Matoeira





Rabaceira
Igreja de Santo Antão
Nesta igreja encontra-se uma placa com as seguintes datas 1716 e 1979 supostamente as datas da sua construção e restauro.
História do Santo Antão!...
“Sabemos que nasceu em 251, em Comã aldeia situada na província de Benissoup no alto Egito. Era filho de pais piedosos e ricos, que revelou desde da infância grande desejo da perfeição religiosa. Com vinte anos perdeu os pais.
Assistindo uma vez á santa Missa, ouviu as palavras do Evangelho : . Antão observou este conselho e começou vida de peregrino da fé . Vendendo tudo o que tinha herdado dando uma parte á irmã , e o restante dividiu com os pobres, retirou-se para o deserto, onde se ocupou com o coração e o trabalho. O demónio não o poupou, não lhe deixou faltar incómodos espirituais e corporais. Antão, porém, recorreu ás armas da oração e penitência, onde saiu vencedor. Uma vez isolado no interior do deserto, onde vivia numa gruta abandonada, um dia foi visitado por desconhecidos e alguns amigos, que muito o admiravam da sua boa disposição e do poder com que sarava os doentes. Quando no ano 311, Maximino decretou uma perseguição á igreja, Antão não se expôs ao martírio, mas saiu da solidão para animar e confortar os irmãos em Cristo. Terminada a perseguição um ano depois em 312, voltou a retirar-se para o de Colzim ( Morro de Santo Antão), onde continuou a vida de eremita até ao resto da vida. Quando este pressentiu que estava nos seus últimos dias de vida chamou os seus discípulos e dirigiu-lhes os últimos conselhos, e onde pediu que lhe sepultassem o corpo sem grande aparato, e não revelassem a minguem o lugar onde jazia. Morrendo assim a 17 de Janeiro do ano 356, viveu até aos 105 anos.”




Cortém
Capela em Honra de Nossa Senhora de Ascensão




Crastos
Capela que tem como o padroeiro São Sebastião./ Santo António
Nela permanece a estátua de São Sebastião de pedra pintada da 2º metade do séc. XVIII.





Carrasqueira
Capela cujo o padroeiro é a Santa Barbara




Mosteiros
Igreja de Nossa Senhora dos Remédios
Cronologia
Construção da Ermida consta ser meados do séc. XVIII Restauro, alteração do frontispício para a construção da estrada 1882







Casal Rei
Igreja em honra do Cristo rei

Obras disponíveis

(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o Email imtn@sapo.pt/ telem. 916850489)Aguarelas31cm/40cm
Preço 100€




















Freguesia de São Gregório



Igreja Paroquial em honra de S. Gregório


Cronologia 1950 / 1955 - construção da actual igreja em tijolo; 1970, interdição de culto por perigos potenciais de derrocada; 1978 / 1980 - obras de reparação: construção de pilares de sustentação do telhado; substituição das coberturas de madeira e telha por laje e telha; substituição dos tacos de madeira pelos pavimentos rígidos actuais; encerramento da capela-mor e construção nesse espaço do salão e uma sacristia; demolição da torre antiga e construção da actual seguindo os modelos da antiga. Tipologia Arquitectura religiosa modernista. Observações A igreja primitiva (desconhece-se qualquer elemento definidor da sua construção), foi incendiada com a implantação da República. A sua localização seria, de acordo com a tradição oral, entre a actual torre sineira e a parede do cemitério. A torre sineira primitiva deu lugar à actual apenas em 1980. Presume-se que a igreja primitiva fosse de uma nave com a torre alinhada com a fachada, ao seu lado direito. Em 1950 optou-se por construir uma nova igreja em vez de restaurar a primitiva, tendo sido demolidos os últimos vestígios. ( Sérgio Gorjão, in http://www.monumentos.pt/Monumentos/forms/002_B1.aspx )





São Gregorio
Capela em honra de Nossa Senhora da Conceição







Fanadia
Igreja de S. Sebastião e Santa AnaImagem do padroeiro considerada milagrosa em documento de 1758. Conhecido por ser padroeiro dos animais e protector dos males da peste e da fome.

Obras disponíveis



(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o Email imtn@sapo.pt/ telem. 916850489)Aguarelas31cm/40cm


Preço 100€












Freguesia de A dos Francos


Igreja Paroquial de Nossa Senhora da Graça e S. Silvestre
Templo sem qualquer feição arquitectónico a mencionar. No seu interior naõ tem nenhum adorno ou espécie artístico que mereça citação. Calcula-se que teria pertencido a esta ermida, a imagem de S. Silvestre, escultura gótica de madeira, que agora se guarda na Igreja de Nossa Senhora do Pópulo



Capela do Espírito Santo
Capela construída no séc. XII pelos cruzados Franceses, que aqui habitaram no reinado de D. Afonso Henriques.
Restaurada em 1994 .
Placa descritiva na fachada do edifício “A oito de Dezembro de 2008 foi remodelada esta capela de Nossa Senhora de Conceição do lugar do Espírito Santo na presença de D. Anacleto de Oliveira ,das Autoridades Civis e do povo Cristão.”



Casais da Bica
Uma pequena e singela capelinha em honra de Santo António.
« Santo António teria nascido por volta de 1195, em Lisboa com o nome de Fernando Bulhões, aos 14 anos entrou para o mosteiro de S. Vicente de Lisboa. E em 1220 mudou-se para Coimbra onde se tornou monge da Ordem dos Cónegos Regrantes de Stº. Agostinho e alterou o seu nome para António. Só mais tarde se torna frade franciscano. Encarregado de varias missões pela sabedoria de que era conhecido, percorreu vários países, sempre levando uma vida pobre que lhe agravou a doença e morre em Pádua a 1231 com 36 anos. Foi declarado santo onze meses depois da sua morte pelo Papa Gregório IX.»



Casais de Santa Helena
A Igreja inaugurada a16 de Julho de 1995 pelo Bispo auxiliar de Lisboa D. José C. Policarpo

A Lenda da Capela de Santa Helena
“Antes das invasões francesas de Napoleão, apareceu a imagem de Santa Helena em cima de uma espinheira.
Como nos Casais de Santa Helena não havia Capela, os habitantes levaram a imagem para a igreja de A-dos-Francos e todos os anos, depois das colheitas, faziam uma festa em sua honra.
Em 1928, um Homem chamado João Gomes juntou-se com outros e decidiram iniciar a construção da Capela, nos Casais de Santa Helena.
No ano seguinte, em1929, morreu o João Gomes e as obras ficaram paradas.
Mais tarde, em1937, o senhor Carlos Barbosa com outros homens acabaram a Capela.
Esta, já não existe, caiu em ruínas e foi demolida por completo.
Em1964, iniciou-se um novo templo, tendo as obras paradas por algum tempo, por motivos financeiros.
As mesmas foram terminadas dois anos depois, e recentemente, a Capela de Santa Helena foi aumentada, tendo sido inaugurada no dia 16 de Julho de 1995, com a presença de D. José da Cruz Policarpo.
Hoje, as pessoas de A-dos-Francos ainda estão pensativas se a imagem de Santa Helena devia de ter regressado aos Casais, porque sempre ouviram dizer, que os Casais eram de Santa Helena, mas nunca ouviram dizer, que a imagem de Santa Helena pertencia aos Casais. “
(Texto desenvolvido pela escola EB1 dos Carreiros freguesia de A dos Francos retirado da internet)

História de Santa Helena
“Santa Helena não é uma santa somente porque ela encontrou a cruz de Cristo. Ela amava os pobres e vestia com modéstia e humildade.
A veneração a Santa Cruz remonta ao ano de 292, quando a imperatriz Helena, esposa de Constâncio Cloro, perseguida pela obsessão de encontrar a Cruz de Cristo, pediu ao imperador autorização para demolir o templo dedicado a um dos deuses do império romano, construído no monte Calvário, uma vez que estava convicta de encontrar a relíquia debaixo do grande templo.
Conseguida a autorização, mobilizou muitos obreiros, tendo encontrado os escombros do templo não uma, mas três cruzes, deduzindo que uma deveria corresponder a Cristo e as outras a cada um dos ladrões, com as quais haviam sido crucificados.
Como saber qual das cruzes seria a de Jesus? Diz-nos a lenda que Helena ordenou que trouxessem perante si um defunto, que encontrara prestes a ser sepultado, sobre o qual foram colocando cada uma das cruzes. Ao tocar uma delas, o defunto recuperou a vida. A dúvida havia-se dissipado: esta era a cruz em que morreu o Redentor do mundo. Por esta razão a imperatriz Helena foi canonizada, e se venera como Santa Helena da Cruz (ou Santa Cruz).”



Vila Verde de Matos
Igreja em honra de São Sebastião.
História de S. Sebastião
“São Sebastião era um soldado que teria se alistado no exército romano por volta de 283 d.C. com a única intenção de afirmar o coração dos cristãos, enfraquecido diante das torturas. Era querido dos imperadores Diocleciano e Maximiliano, que o queriam sempre próximo, ignorando tratar-se de um cristão e, por isso, o designaram capitão da sua guarda pessoal - a Guarda Pretoriana. Por volta de 286, a sua conduta branda para com os prisioneiros cristãos levou o imperador a julgá-lo sumariamente como traidor, tendo ordenado a sua execução por meio de flechas (que se tornaram símbolo constante na sua iconografia). Foi dado como morto e atirado no rio, porém, Sebastião não havia falecido. Encontrado e socorrido por Irene (Santa Irene), apresentou-se novamente diante de Diocleciano, que ordenou então que ele fosse espancado até a morte. Seu corpo foi jogado no esgoto público de Roma. Luciana (Santa Luciana, cujo dia é comemorado em 30 de Junho) resgatou seu corpo, limpou-o, e sepultou-o nas catacumbas.”

Obras disponíveis

(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o 
Email imtn@sapo.pt
 telem. 916850489)
Aguarelas31cm/40cm
Preço 100€













Freguesia de Landal




Landal
A Igreja Matriz em honrado Espírito Santo fica no largo onde existe um cruzeiro centenário e na Igreja observe a imagem de Nossa Senhora do Ar que no passado esteve na Capela no alto da Serra de Todo O Mundo hoje em ruínas.
Igreja de nave única com pavimento em tijoleira, cobertura em tecto de madeira disposto em 3 planos, revestimento azulejar a meia altura e paredes marmoreadas. Capela-mor com arco em asa de cesto e cobertura abobadada, altar-mor de cariz popular. Iluminação feita através de janela do frontispício, baptistério e capela-mor.






Amiais
Igreja em honra de Nossa Senhora do Rosário





Casais da Serra
Igreja em honra de São Sebastião







Bairradas
Igreja em honra de Nossa Senhora de Fátima, a data da sua construção é de 20 Julho de 1980




Rostos
Igreja em honra de São Martinho, contem uma arquitectura recente e a data da sua inauguração corresponde a 1 de Outubro de 2000.





Santa Susana
Igreja de Santa Susana
“Segundo a lenda, Santa Susana teve origem no milagroso aparecimento de Santa Susana, a protectora dos animais, a uma vaca que pastava naquelas terras incultas. Esse "milagre" ter-se-á dado próximo de um zambujeiro que ainda hoje existe. Como homenagem à Santa, um dos primeiros monarcas portugueses mandou construir aí uma capela.” O culto a Santa Susana não parou de aumentar. Conhece-se algumas localidades de Alcobaça que em tempos praticava círios a esta localidade.
Uma tradição que foi muito popular foi a do Bárrio de Alcabaça "Círio do Bárrio" ir às Festas de Santa Susana no Landal. Hoje está em desuso. Pensa-se que a origem desse Círio é muito antiga e diz-se que teria tido início quando um ano de epidemia, o gado bovino da povoação adoeceu e morreu quase todo. Os habitantes do Bárrio, perante tal desgraça, fizeram a promessa de que se algum gado escapasse à doença, iriam num círio a Santa Susana (padroeira do gado). Tal aconteceu e assim terá nascido a tradição.


Obras disponíveis



(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o Email imtn@sapo.pt/ telem. 916850489)Aguarelas31cm/40cm


Preço 100€




























segunda-feira, 30 de maio de 2011

Exposição " ARTE DE RECORDAR" em Caldas da Rainha




ARTE DE RECORDAR, vai voltar ás galerias.
Desta vez, temos o Concelho de Caldas da Rainha.
Um Concelho que se estende desde do mar até à serra , com paisagens bonitas e diversas, assim como os monumentos que a compõe.
Quem tiver a oportunidade de visitar, aproveite para conhecer um concelho sem sair do lugar.
A exposição é composto por 73 obras de Aguarelas, e vai estar patente na Galeria Osíris, ( Edifício da câmara junto ao Turismo) Caldas da Rainha de 3 de Junho a 3 de Julho.