segunda-feira, 12 de março de 2012

Castelo de Penedono ( Distrito de Viseu)

Castelo de Penedono, em arte de pirografia.
Castelo em tempos medievais ( 60cm x 90cm) Vendido
Castelo e area involvente na sua actualidade


O Castelo de Penedono é uma das fortalezas referidas na célebre doação de D. Flâmula (ou Chamôa Rodrigues) ao Mosteiro de Guimarães, em 960, o que assegura ter sido, por essa altura, um ponto de incontornável importância na defesa e organização da Beira Alta Interior. Da configuração dessa fortificação, todavia, nada se sabe, nem da que foi conquistada por D. Fernando Magno, um século depois, ou mesmo da que os primeiros monarcas portugueses agraciaram com privilégios e foral (1195).
O monumento que chegou até aos nossos dias resulta de uma reconstrução quase integral executada nos finais do século XIV. D. Fernando incluiu a povoação no termo de Trancoso, município que pretendeu destruir o castelo. A esta intenção reagiram negativamente os homens-bons de Penedono que conseguiram autonomizar-se. A vila foi então doada a D. Vasco Fernandes Coutinho, que reconstruiu a fortaleza. Novas obras tiveram lugar no final do século XV e inícios do seguinte, incentivadas por D. Francisco Coutinho, vedor das obras reais na Beira.
É um insólito castelo-paço de planta poligonal e rodeado por baixa barbacã. A fachada principal está voltada a Ocidente e integra portal de lintel recto com arco apontado entre torres quadrangulares coroadas por ameias, ligadas por passadiço superior que defende activamente a entrada. Em volta do perímetro amuralhado existem cinco torres de ângulo encimadas por balcões providos de matacães.
O interior é hoje uma ruína do paço senhorial que aqui existiu. Ainda são identificáveis as escadas de acesso ao adarve, encostadas à muralha, mas o ritmo das fenestrações não permite, numa abordagem imediata, o reconhecimento da estrutura do paço. É de supor que a habitação nobre tenha sido genericamente de três andares, mas o conjunto carece, ainda, de um estudo monográfico rigoroso que possa interpretar os muitos indícios conservados. Sob a torre principal, conserva-se a cisterna, que é de secção poligonal e coberta com abóbada de cruzaria de ogivas.
No século XV, ainda não totalmente com a configuração actual, o castelo é apontado como o local de nascimento de D. Álvaro Gonçalves Coutinho, celebrizado por Luís de Camões com a alcunha de “o Magriço”. A história em que tomou parte pode considerar-se o paradigma da mentalidade cavaleiresca medieval, em que doze cavaleiros portugueses partiram para Inglaterra para, em torneio, defrontar outros tantos ingleses que haviam injuriado a honra de doze damas da corte dos Lancaster.
Visitado por Alexandre Herculano em 1812, a fortaleza de Penedono já se encontrava em ruínas, assim permanecendo até à actualidade. Em 1940, no âmbito das comemorações dos Centenários, promovidas pelo Estado Novo, o castelo foi alvo de intervenções de restauro. Alguns panos de muralha e torres, que se encontravam danificados, foram parcialmente reconstruídos, aproveitando-se a ocasião para lajear pavimentos e beneficiar os acessos. Novos trabalhos ocorreram em 1949 e 1953, mais vocacionados para a consolidação de estruturas, o que contribuiu para que o conjunto chegasse até à actualidade em relativo estado de genuinidade.




quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Mosteiro de Alcobaça no inicio do Séc. XIX

Rossio nos anos entre 1910 a 1935
Fazia parte um coreto datado do ano 1887
Esta área era também conhecida por Avenida dos Plátanos
Quadro trabalhado em pirografia
1.23m X 92 cm

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Partículas de um Mosteiro

Estas obras fazem parte de uma vasta colecção de pequenas aguarelas, que tem algo em comum.
Todas elas fazem parte de um monumento extraordinário,( Mosteiro de Alcobaça) que eu pretendo continuar a pintar á medida que o vou explorando nas minhas visitas.





Vendido
Escudo , que se encontra na fachada principal do mosteiro
Aguarela
23,5 cm X 20,5cm



Arcobotante , (é uma construção em forma de meio arco , erguida na parte exterior dos edificios românticos e góticos para apoiar as paredes e repartir o peso das paredes e colunas, só assim se conseguiu aumentar as alturas das edificações dando forma (beleza), função (estrutura) com a técnica da época. O arcobotante liga-se ao contraforte, e estes, ligados, se auxiliam na sustentação do peso da abóbada.
Julga-se que estes foram os primeiros a serem utilizados na arquitectura portuguesa, e mais tarde adoptados na construção do mosteiro da Batalha.

Aguarela
25,5cm X 21,5cm




Vendido
Claustro
Aguarela
23cm X 31,5cm






Cogulho ( Pináculo) , que se encontram no topo das torres sineiras.
Aguarela
23cm X 31,5cm

Cozinha do Mosteiro de Alcobaça
Aguarela
41cm X 32cm

Obras disponíveis
(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o
Email -imtn@sapo.pt/e telem. 916850489)





terça-feira, 8 de novembro de 2011

Recoradar Acobaça

Estes são alguns dos meus trabalhos em diversas técnicas, que tenho como alternativa aos temas que normalmente é usado por mim.
Em breve juntarei outros tantos que estão em fase de conclusão.

Painel de Azulejo/ com moldura em Pedra Molianos
Mosteiro de Alcobaça nos anos 60
2,20m/1,30m
Preço 600€

Mosteiro de Alcobaça
Aguarela com as medidas 48cm X 37,5cm

Rio Alcôa
Aguarela com as medidas 34cm X 29cm

Rio Alcôa
Aguarela com as medidas 39,5cm X 30,5cm
vendido

Rossio com vista para o castelo de Alcobaça
Aguarela com as medidas 25,5cm X 21,5cm



Rio Alcôa
Aguarela com medidas de 30 X 31,5 cm



Junção do rio Alcôa com o Baça
Aguarela com medidas de 36,5cm X 30,5cm


Painel de azulejo e moldura em pedra com as medidas de 75cm X 1m


Mosteiro de Alcobaça
Aguarela com as medidas de 51cm X37cm


indisponível
Mosteiro de Alcobaça
Aguarela com as medidas de 80cm X59cm

caixa de jogos


guarda joias / baús
Caixa de Chá


Os artigo em madeira, são totalmente produto de fabrico nacional. A pintura e pirogravura é trabalho da minha autoria que se pode adaptar a qualquer artigo.







































































sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Aljubarrota Medieval 2011

Com entrada livre, realiza-se, de 12 a 15 Agosto, em Aljubarrota, mais uma edição da Feira Medieval, que assinala a data histórica de 14 de Agosto de 1385, quando as tropas portuguesas de D. João I enfrentaram, no campo de S. Jorge, perto da vila de Aljubarrota, o exército de D. Juan I de Castela.

As ruas estreitas de Aljubarrota vestem-se a rigor para reconstituir os tempos medievais.
Por ali desfilam princesas, nobres, guerreiros, frades e camponeses, enquanto malabaristas e jograis vão animando o recinto, ao som de tambores e gaitas-de-foles.
O ambiente do Século XIV é retratado em cada recanto.
Nas tabernas, as mesas e os bancos são fardos de palha e as bebidas servem-se em canecas de barro. Nas bancas de madeira vendem-se doces tradicionais, frutas, túnicas, cerâmica, artigos de pele, escudos de madeira e grinaldas.
Pode assistir-se ainda à demonstração das tácticas de combate então utilizadas. Um acampamento militar e os torneios a pé e a cavalo dão também o seu contributo para a reconstituição da época.



quarta-feira, 27 de julho de 2011

Exposição Arte de Recordar em Porto de Mós

Arte de recordar em terras de Dom Fuas fez o seu registo de 25 Junho a 16 de Julho no magnifico Castelo.


Toda a Colecção de Pintura do Património Edificado de carácter religioso do Concelho de Porto de Mós, está agora neste blog.


Pode ver toda a obra que se encontra repartido pelas freguesias constituintes.























Freguesia de São Pedro






Igreja de S. Pedro
Igreja Paroquial, datada de 1702, de estilo barroco, serviu de complemento ao edifício adjacente do convento dos Agostinhos Descalços(1676 a 1702). Mas consta que só a partir de 1834 foi dedicada a S. Pedro. A torre da igreja é delimitada por cunhais de cantaria e apresenta quatro sineiras. No interior do templo, existe uma capela em honra do Senhor dos Passos preenchida de mármores originários de Alqueidão da Serra, Chão de Maçãs e Juncal.
O altar e o retábulo, do século XVIII, são constituídos por mármores em tons de preto, rosa e amarelo. Destaca-se a imagem do padroeiro, São Pedro, feita na Índia, em 1867, usando madeira de Nova Goa. A capela-mor é revestida com painéis de azulejos novecentistas que ilustram a pesca milagrosa e a entrega das chaves a São Pedro.
Existem ainda dois altares colaterais e quatro laterais. Os primeiros dedicados a Nossa Senhora da Conceição e Cristo Crucificado, enquanto que os altares laterais fazem alusão ao Sagrado Coração de Jesus, Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora dos Passos e S. José com o menino. (Informação retirada da internet)







A Capela de Santo António e o outeiro em que está situada destacam-se em relação ao resto da vila. No interior da capela, os azulejos seiscentistas azuis e amarelos produzem um interessante efeito visual.
A Capela foi construída com o ganho das esmolas dos fiéis de Santo António, no século XVII. No interior da capela de planta rectangular, existe um conjunto de azulejos (azuis e amarelos) da fábrica do Juncal, do século XVIII. O arco triunfal pleno possui um registo azular com a imagem de Santo António.

(Informação retirada da Internet)



Corredoura
Datada de 1803, a capela da Corredoura invoca Nossa Senhora do Amparo.
Com as obras de restauro e melhoramentos a actual igreja deixou de ser forrada a azulejo no seu exterior, que preenchia toda a fachada do edifício.



Igreja de Santo António (Tojal)
Igreja construída no ano 1615 dedicada a Santo António e nela foi celebrada a primeira missa em 1616, como consta a placa descritiva existente no local.
Também há referências que ela teve obras de ampliação no ano de 1971.






Capela de Nosso Sr. dos Aflitos ou Sr. do Alpendre

LENDA DO SENHOR DO ALPENDRE EM TOJAL - PORTO DE MÓS
“ Conta-se que em tempos remotos andava um mendigo a pedia esmola no lugar do Tojal. Chegou a noite, o mendigo foi a uma casa e pediu se lhe davam dormida porque fazia muito frio, e não tinha onde se abrigar.
Uma família teve pena do pobrezinho e deu-lhe dormida num pequeno palheiro. Como fazia muito frio, deram-lhe uma manta para se tapar.
De manhãzinha, a dona do palheiro foi ver se o pobrezinho estava bem. Quando lá chegou não viu o pobrezinho, e qual não foi a surpresa quando viu lá estampada na parede a Imagem de Cristo Crucificado.
Correu boato por todos os lados, e todos diziam que aquele mendigo era Nosso Senhor, porque para pintar aquela Imagem, por muita habilidade que o mendigo tivesse, não conseguia fazer aquela Imagem numa noite. Tanto mais que não tinha luz para se alumiar.
A partir daí, o povo começou a ter muita devoção ao Cristo Crucificado na parede. Fizeram uma pequenina Capela e alumiavam a Imagem como ainda hoje fazem. Com o correr dos tempos, o povo pensou em fazer uma Capela maior, mas a pequenina nunca foi modificada para não perder o estilo antigo.
E assim lá continua com muito zelo do povo, que por isso propuseram chamar-lhe, Imagem Senhor do Alpendre porque a cozinha tinha realmente um alpendre. Também lhe chamam Senhor dos Aflitos, porque muitos devotos foram socorridos e continuam a sê-lo nas suas aflições. Pedem com fé e confiança naquele Senhor Crucificado, que ali foi gravado sem se saber como. Numa noite em que lá pernoitou um mendigo que nunca mais foi visto.
Todos os anos fazem festa em honra do Senhor do Alpendre, ou dos Aflitos, como é chamado também. Todo o povo adere às festas, porque têm muita devoção.
Foram vistas pessoas de fora a cumprir promessas, como por exemplo, da Nazaré e outras terras. “

(Blog: Histórias por Contar)





Ribeira de Cima
Capela de Nossa Senhora do Desterro
Datada de 1688, a capela da Ribeira de Cima passou já por vários melhoramentos. A torre actual, é de 1948, foi mandada construir pela Irmandade da Padroeira Nossa Senhora do Desterro.
Evidencia-se a imagem da santa, em barro policromado, uma das poucas existentes no Concelho.




Bom Sucesso
Edificada em 1718, a capela de invocação a Nossa Senhora do Bom Sucesso foi restaurada em 1946 e em 1986.


Obras disponíveis



(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o







Email -imtn@sapo.pt/e telem. 916850489)







Aguarelas31cm/40cm







Preço 100€