sexta-feira, 23 de março de 2012

Trabalhos em Pirogravura


 Mosteiro da Batalha ( lateral sul)
Pirogravura
84,5cm /55cm

 Mosteiro da Batalha
Pirogravura
75cm/45cm

Rossio nos anos entre 1910 a 1935
Fazia parte um coreto datado do ano 1887
Esta área era também conhecida por Avenida dos Plátanos
Quadro trabalhado em pirogravura
1.23m X 92 cm





















Jesus Pastor
Pirogravura
27cm/35cm

 Santo António
Pirogravura
27cm/35cm
 Jesus Pastor
Pirogravura
27cm/35cm
 N. Sr.ª
Pirogravura
27cm/35cm
 Menina a orar
Pirogravura
27cm/35cm
 A mãe e seu filho
Pirogravura
27cm/35cm

Torre de Belém
Pirogravura
27cm/35cm

Rainha Santa Isabel
Pirogravura
27cm/51cm
Vendido
 Rainha Santa Isabel
Pirogravura
26.5cm/32cm



 Rainha Santa Isabel
Pirogravura
27cm/35cm

Camões
36,5cm X21cm


Jesus Cristo
35cm X27 cm

Jesus
35cm X 27cm

Vendido
Cavalo
32cm X 44cm




Mosteiro de Alcobaça (decada 80)
35cm X27cm




Mosteiro de Alcobaça
23cm X 35 cm
Óbidos
35cm X 27 cm
Óbidos
20.5cm X 29cm

Pirogravura com 41,5 cm x 30,5 cm

 Águia
35cm X 27cm

 Águia com a sua imagem
35cm X 27cm
 Águia/ Eusébio
35cm X 27cm
 Águia
35cm X 27cm
Caixa com  Águia
32cm X 32cmX 5cm forrada a veludo cor bordeaux

Caixa para garrafa de vinha com Águia
38cm X 10cm X10cm





(A História da Pirografia)


"A palavra pirografia é de origem grega e significa “escrita à fogo”. Cogita-se que a pirografia foi a primeira manifestação artística humana, já que a humanidade descobriu o fogo há mais ou menos dez mil anos.
A
história da pirografia é tão antiga, que a palavra antropologia pode ser utilizada. Está diretamente ligada à história do fogo. O fogo fascina a humanidade há milhares de anos. Foi onde a humanidade encontrou o poder para moldar a natureza à sua vontade.
Mas a grande revolução desta arte ocorreu na
Idade dos Metais, quando o ser humano dominou a criação de ferramentas metálicas. E foi só na Idade Média que esta arte floresceu."


http://pt.wikipedia.org/wiki/Pirografia








segunda-feira, 12 de março de 2012

Castelo de Penedono ( Distrito de Viseu)

Castelo de Penedono, em arte de pirografia.
Castelo em tempos medievais ( 60cm x 90cm) Vendido
Castelo e area involvente na sua actualidade


O Castelo de Penedono é uma das fortalezas referidas na célebre doação de D. Flâmula (ou Chamôa Rodrigues) ao Mosteiro de Guimarães, em 960, o que assegura ter sido, por essa altura, um ponto de incontornável importância na defesa e organização da Beira Alta Interior. Da configuração dessa fortificação, todavia, nada se sabe, nem da que foi conquistada por D. Fernando Magno, um século depois, ou mesmo da que os primeiros monarcas portugueses agraciaram com privilégios e foral (1195).
O monumento que chegou até aos nossos dias resulta de uma reconstrução quase integral executada nos finais do século XIV. D. Fernando incluiu a povoação no termo de Trancoso, município que pretendeu destruir o castelo. A esta intenção reagiram negativamente os homens-bons de Penedono que conseguiram autonomizar-se. A vila foi então doada a D. Vasco Fernandes Coutinho, que reconstruiu a fortaleza. Novas obras tiveram lugar no final do século XV e inícios do seguinte, incentivadas por D. Francisco Coutinho, vedor das obras reais na Beira.
É um insólito castelo-paço de planta poligonal e rodeado por baixa barbacã. A fachada principal está voltada a Ocidente e integra portal de lintel recto com arco apontado entre torres quadrangulares coroadas por ameias, ligadas por passadiço superior que defende activamente a entrada. Em volta do perímetro amuralhado existem cinco torres de ângulo encimadas por balcões providos de matacães.
O interior é hoje uma ruína do paço senhorial que aqui existiu. Ainda são identificáveis as escadas de acesso ao adarve, encostadas à muralha, mas o ritmo das fenestrações não permite, numa abordagem imediata, o reconhecimento da estrutura do paço. É de supor que a habitação nobre tenha sido genericamente de três andares, mas o conjunto carece, ainda, de um estudo monográfico rigoroso que possa interpretar os muitos indícios conservados. Sob a torre principal, conserva-se a cisterna, que é de secção poligonal e coberta com abóbada de cruzaria de ogivas.
No século XV, ainda não totalmente com a configuração actual, o castelo é apontado como o local de nascimento de D. Álvaro Gonçalves Coutinho, celebrizado por Luís de Camões com a alcunha de “o Magriço”. A história em que tomou parte pode considerar-se o paradigma da mentalidade cavaleiresca medieval, em que doze cavaleiros portugueses partiram para Inglaterra para, em torneio, defrontar outros tantos ingleses que haviam injuriado a honra de doze damas da corte dos Lancaster.
Visitado por Alexandre Herculano em 1812, a fortaleza de Penedono já se encontrava em ruínas, assim permanecendo até à actualidade. Em 1940, no âmbito das comemorações dos Centenários, promovidas pelo Estado Novo, o castelo foi alvo de intervenções de restauro. Alguns panos de muralha e torres, que se encontravam danificados, foram parcialmente reconstruídos, aproveitando-se a ocasião para lajear pavimentos e beneficiar os acessos. Novos trabalhos ocorreram em 1949 e 1953, mais vocacionados para a consolidação de estruturas, o que contribuiu para que o conjunto chegasse até à actualidade em relativo estado de genuinidade.




quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Mosteiro de Alcobaça no inicio do Séc. XIX

Rossio nos anos entre 1910 a 1935
Fazia parte um coreto datado do ano 1887
Esta área era também conhecida por Avenida dos Plátanos
Quadro trabalhado em pirografia
1.23m X 92 cm

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Partículas de um Mosteiro

Estas obras fazem parte de uma vasta colecção de pequenas aguarelas, que tem algo em comum.
Todas elas fazem parte de um monumento extraordinário,( Mosteiro de Alcobaça) que eu pretendo continuar a pintar á medida que o vou explorando nas minhas visitas.





Vendido
Escudo , que se encontra na fachada principal do mosteiro
Aguarela
23,5 cm X 20,5cm



Arcobotante , (é uma construção em forma de meio arco , erguida na parte exterior dos edificios românticos e góticos para apoiar as paredes e repartir o peso das paredes e colunas, só assim se conseguiu aumentar as alturas das edificações dando forma (beleza), função (estrutura) com a técnica da época. O arcobotante liga-se ao contraforte, e estes, ligados, se auxiliam na sustentação do peso da abóbada.
Julga-se que estes foram os primeiros a serem utilizados na arquitectura portuguesa, e mais tarde adoptados na construção do mosteiro da Batalha.

Aguarela
25,5cm X 21,5cm




Vendido
Claustro
Aguarela
23cm X 31,5cm






Cogulho ( Pináculo) , que se encontram no topo das torres sineiras.
Aguarela
23cm X 31,5cm

Cozinha do Mosteiro de Alcobaça
Aguarela
41cm X 32cm

Obras disponíveis
(Para adquirir basta deixar mensagem ou, contactar o
Email -imtn@sapo.pt/e telem. 916850489)