sexta-feira, 31 de maio de 2013

Freguesia de Maceira



Igreja Matriz

A Igreja Matriz foi edificada no ano 1521, aproveitando-se do local de uma antiga Ermida existente.

Dedicado a nossa Senhora da Luz, o templo seria ampliado e restaurado em 1887, havendo no entanto o cuidado de manter e integrar os elementos manuelinos. Deste conjunto destaca-se o portal em arco abatido decorado com rendilhados e ladeado por pináculos, sobre o qual foi rasgada uma janela com painel e balaustrada de rendilhados. O frontispício é rematado em empena, também decorado com motivos de gosto manuelino, onde foi colocada a imagem da padroeira.

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Título; Breve memória da Igreja Paroquial de Maceira"



 Obras disponíveis
(Para adquirir basta deixar mensagem neste blog ou, contactar o Email - imtn@sapo.pt/ telem. 916850489 - 262 507057)
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Capela de Santo Amaro



A Capela de Santo Amaro situada no cimo de um monte, já era referenciada no Couseiro ou Memórias do Bispado de Leiria.
No inicio do capitulo que trata das Ermidas existentes na Freguesia de Maceira, diz-se o seguinte: "Por cima da Igreja Paroquial, em o alto de um monte, está uma Ermida da invocação de Santo Amaro; foi feita no ano de 1576 e dotada por pessoa particular. A imagem do Santo é de vulto [escultura, de pedra, do século XVI], tem sacristia, alpendre, confraria e compromisso, feito no mesmo ano. “
Consta que em 1879,se demoliu parte da ermida original e se fez obras que deram origem á actual capela, testemunho do Cónego José Pereira da Costa em 1900. 
Nos anos de 1896 e 1897, foi construído a grandiosa escadaria que dá acesso à capela, e as obras ficaram concluídas em 1899, com o levantamento de uma estátua de Santo Amaro, como consta de uma memória, colocada na sua base.
Consta que depois der passado por mãos de particulares e do estado, a capela , foi entregue à Fábrica da Igreja Paroquial de Maceira, a 23 de Novembro de 1945, em conformidade com a concordata entre a Santa Sé e o Estado Português, de 1940.
As obras na Capela, escadaria, muros de contenção de terras e beneficiação dos acessos, ainda continuaram por toda a segunda metade do século XX, culminando com mais um lanço de escadaria, feito de 1990 a 1992, ligando a estrada ao terreiro do arraial. As várias obras são assinaladas com datas inscritas na própria escadaria. No monte existe uma bela cruz de pedra, comemorativa da missão do ano de 1869. 

Texto elaborado de uma pesquisa feita na internet;  originais de “Padre Luciano Cristino”


Ermida de Nossa Senhora da Barroquinha

É possível que o culto Mariano se tenha iniciado, nas Barrocas, muito antes do século XV ou XVI, época da imagem de Nossa Senhora com o Menino, ainda hoje ali existente.
A mais antiga referência conhecida à Ermida, fonte e cascata é do Couseiro, obra escrita cerca do ano de 1657.
Em 1721, o Padre Luís Vieira de Sousa, natural de Maceira e também seu pároco, diz que, quando a imagem apareceu na lapa, a levaram para a Igreja Paroquial ; “a Senhora tornara ao mesmo lugar”. Por isso, na mesma barroca, fizeram, um telhado sobre umas colunas de pedra onde esteve a Senhora muitos anos, e conta-se que aí a iam visitar os fiéis com suas ofertas, e tivera ocorrência de romagem. 
Depois de 1780, data que se encontra por cima da fonte, numa das inscrições ali existentes, a capela foi também restaurada, porque o frontal de azulejos do altar, com motivos florais, da Fábrica do Juncal é dos finais do século XVIII.
 No decorrer das décadas de 1940 e 1950 e no ano de 2000 houve obras de beneficiação do sítio de Nossa Senhora da Barroquinha que incluíram também novos restauros da Capela. Caracterização do vale
O Vale onde se encontra a Ermida é caracterizada pela sua escadaria, e pelos vários muros de pedra que definem os contornos do local. A cascata com os seus 16 metros de altura, é o pano de fundo apetecido por todos os noivos que por lá passam, sendo completada pelo pequeno lago. A bica de água existente ao lado da ermida e muitas sombras com pequenas mesas e bancos de pedra, tornam este local repousante.


A Lenda da Fonte da Barroquinha


“Era uma vez ... em dia já muito recuado na lonjura dos tempos, e em pleno verão escaldante, o rei passava com a sua corte ali junto a Maceira.

O rei sentia os ardores da sede. Ao passar roçando uma rocha, o poderoso rei, sem poder ter com que matar a grande sede que o atormentava, gritou em desespero em tom desvairado de maldição, para os seus acompanhantes:

“Maldito cavalo que não escoicinha esta rocha até fazer água a fartar.”Palavras ditas, e o cavalo real, como se tivesse compreendido a fala do seu dono, dá uma forte parelha de coices na rocha que fez estremecer céu e a terra. A escoicinhada foi tão violenta que o rei teve de se amparar com a sua espada na rocha. Mas a espada, de fraca resistência, encontrou e furou a rocha, e, do furo aberto, jorrou água abundante e fresquinha que deslumbrou o rei e toda a sua comitiva. O povo vendo aquela fartura de água tão fresca, onde sempre tudo fora secura, começou a escavar na parte mais baixa da rocha e ali abriu uma pequena barroca, por onde começou a sair o precioso líquido refrescante, que nunca mais findou e ainda hoje continua correndo, passando-se a chamar o local, Fonte da Barroquinha.



Lendas de Portugal.sapo.pt



Arnal

No lugar de Arnal, existe a Capela em invocação de S. João Baptista.



            Costas de Cima
         No lugar de Costas de Cima existe a Igreja em honra de S. José e Nossa Senhora da Esperança.
A origem da primeira ermida vem desde do ano 1630.
Igreja reconstruída no ano 2000- 2001 e 2005 .
 
              Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”


 Costas de Baixo

Trata -se de uma capela mandada edificar em 1921, pelo Sr. José Pereira de Sousa, na sua propriedade. 

Foi mandada ampliar em 1931, e permaneceu na família até esse senhor morrer. 

Por herança, a capela foi doada à paróquia.
Nela existe um painel de azulejo com a seguinte inscrição, “ Neste Santuário se venera a imagem de Santo António da Costa” , e uma pedra em forma de livro com o seguinte dizeres: “ Se Milagres Desejares, recorrei a Santo António”
            Pesquisa internet ( texto ruivacos)


Porto carro
         Igreja em honra de N. S. Consolação, Santa Quitéria e Santa Luzia.
Construída pela comissão de capela e população no ano 1971 a 1980, com inauguração e bênção do relógio uns anos mais tarde. A placa de identificação existente na própria parede indica “ 31  Dezembro de 1995.
Existe uma nota importante em relação á existência de uma ermida no lugar de Porto Carro no Couseiro(  Publicação de Ricardo Charters d´Azevedo) em honra de N. S. Conceição, feita no ano 1548.


A-do-Barbas

Igreja em honra de S. Tiago e Nossa Senhora da Piedade.
A referência a este padroeiro “ S. Tiago”já remonta ao séc. XIX, pois a 2ª edição de Couseiro  1898 já se referia que “No Lugar da do Barbas outra, da invocação de S. Tiago; imagem de vulto.”
         
Vale Salgueiro

No lugar de Vale Salgueiro existe a Igreja em honra de Nossa Senhora da Paz

 Maceirinha

A primeira Capela existente nesta localidade remonta ao séc. XVII, e foi mandada construir pelo o Sr. João Francisco , de alcunha “ o rico”, por ser um abastardo proprietário.
Possuía aí uma quinta, onde fez testamento no dia 10 de Junho de 1681, no qual determinou que a ermida que mandou construir seria; “da invocação a S. João, ou a Nossa Senhora do Rosário ou então a Santo António ”. A capela só foi terminada em 1683, data inscrita no velho campanário que passou depois para a segunda capela construída pelos populares  nos finais do séc. XIX . 
A velha Capela particular foi demolida em 1896.
 No local onde existiu, foi colocada uma lápide.
Em 1896 após a demolição da antiga capela particular , construiu-se uma outra um pouco mais adiante , local onde se encontra  a actual.
Ficando concluída em 1897, sobrevivendo até ao ano 1984, em que foi substituída pela actual, iniciada no dia 15 de Julho de 1984, com a bênção da primeira pedra, e concluída no dia 9 de Novembro de 1986, com a bênção feita pelo Sr. Bispo de Leiria, D. Alberto Cosme do Amaral. 
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Cavalinhos

No Lugar de Cavalinhos existe esta  Igreja de invocação a S. Mamede, que foi construída no lugar de uma ermida, ( segundo consta, com cemitério) em 1934, e  que já conta com duas reconstruções; uma em 1975 e outra em 2001.
Mas na 2ª edição do Couseiro de 1898 já era referido  no lugar de Cavalinhos a invocação a S. Mamede. 

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 Pocariça

Na  localidade de Pocariça existe a Igreja em honra de S. Sebastião.


Vale da Gunha

Esta Igreja em honra de N. S. da Agonia, foi construída para substituição da anterior de pequenas dimensões. Abriu ainda incompleta cerca do ano 1960.
Existe uma placa com os seguintes dados: “Em obras de conservação  foi dotado de novo telhado, reorganizado o espaço da assembleia e do presbitério no ano 2002.
Em 13 de Outubro de 2002 sua Ex. rev.   o Senhor D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva Bispo desta Diocese de Leiria - Fátima , celebrou a Santa Missa para esta comunidade constituída pelos lugares de A- dos - Pretos, Telheiro, Vale da Gunha e Venda. “

Alcogulhe de Cima

Igreja de construção recente  dedicada ao Espírito Santo.
Existente nela, duas placa com os seguintes dizeres:” esta capela foi inaugurada pelo Rev. Padre Isidro da Piedade Alberto em 28 de Novembro de 1999” “ o povo de Alcogulhe de Cima agradece encarecidamente ao Sr. Joaquim Pereira Orfão e esposa Albina Vieira da Rosa a oferta desta Capela ao lugar”

Obras disponíveis
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Aguarelas
31cm/40cm
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Freguesia de Azoia

Reservado


Igreja Matriz

A Igreja matriz de Azoia, em honra de Santa Catarina de Alexandria, remonta ao séc. XVIII, XVII, uma vez que o Couseiro de 1605-1657 já fazia referência á existência de uma ermida.

Na igreja encontra-se na fachada a data de 1722, e sobre a porta um nicho que abriga uma imagem do orago quinhentista em pedra.

A referência de existência de uma Igreja no local faz-se, quando é referida na criação de freguesia de Azoia em 1713.

Com as invasões francesas a Igreja matriz foi convertida em estábulo.

Após a fuga dos invasores, a Igreja teve de ser construída e, até estar pronta a receber os ofícios divinos em 1822, os casamentos realizaram-se na capela de Alcogulhe e os baptismos na Igreja de Parceiros.

Ao longo dos anos houve obras de remodelação e restauros, as ultima ocorreram em 2006-2007.

Consulta no livro “ Azoia e suas igrejas” de Jacinto Gonsalves

 Vale do Horto

No lugar de Vale do Horto existe a Igreja em honra de N. Senhora da Saúde.
Diz o Couseiro, edição 1868 ;“ A capella do Valle d`Horto é da invocação de N.S. da Saúde, com dezassete metros de comprimento, sete de largo e sete de altura, e um só altar.”
 Existe uma data de 1752 como sua fundação , mas não há certezas.

Consulta no livro “ Azoia e suas igrejas” de Jacinto Gonsalves 

Reservado
Alcogulhe
          Nesta localidade existe a Igreja em honra de Santo António.
Diz o Couseiro; “Não se sabe em que tempos foi esta capela feita, mas já existia em 1712, e em 1785 lhe fizeram nova porta.”


Consulta no livro “ Azoia e suas igrejas” de Jacinto Gonsalves 

Obras disponíveis
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Freguesia da Barreira

Barreira
         Igreja Matriz de S. Salvador e Santo Amaro.
No ano 1534 existia no lugar de Barreira uma ermida de invocação do Salvador, que mais tarde deu a origem á actual igreja paroquial.
A capela de S. Salvador sofreu a primeira grande transformação em 1602; - passo a citar parte do texto que descreve essas alterações ( Couseiro);  -“No ano de 1602 mandou o bispo D. Pedro de Castilho mudar a capela, que estava onde de presente é o alpendre, e a porta principal a onde era esta capela, e o altar-mor, porque até aquele tempo todas as igrejas se faziam com porta para o mar.”

               Consulta: “levantamento do património edificado “ de Acácio Sousa, Gentil Ferreira e Sousa e Orlando Cardoso
               Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”
              
  Obras disponíveis
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 Sobral
          No lugar de Sobral, existe a Igreja de invocação a Nossa Senhora da Agonia.
No entanto , e a fazer fé nas inscrições na ombreira da porta de entrada da capela, ela poderá ter sido edificada em 1656, ou esta data corresponde á missa celebrada em Dezembro de 1656 como consta no  terceiro livro do Couseiro.
Um dos restauros foi realizado em 1966, como se encontra referênciado.
Existe nela outra placa, que passo a citar;
 “FOI ESTA CAPELLA DE NOSSA SENHORA DA AGONIA REEDIFICADA PELLOS ALLICERCES PELO CAPELÃO JOÃO JOSÉ BATALHA DESTE LUDAR DO SOBRAL, NO ANNO DE 1862, FEZ  O NOVO ALPENDRE EM 1864 E AS ESCADAS EM 1866 RECOMENDA ESTE DEVOTO DE NOSSA SENHORA AOS VINDOUROS DE FETURO A CONSERVAÇÃO DESTA CAPELLA PEDE POR SUA INTENÇÃO AVE MARIA EM HONRA DE N. S. DA AGONIA”

                  Consulta na obra; “ Caminhos Entrelaçados” Freguesia de Barreira Leiria
                  Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”

 Telheiro

No lugar de Telheiro existe a Igreja de arquitectura recente, que foi construída no lugar de uma outra.
A construção da  capela antiga remonta ao ano 1907, e sua demolição foi a 6 de Maio de 1996.
A data de inauguração desta actual igreja é de  9 Dezembro de 2001.

Consulta na obra; “ Caminhos Entrelaçados” Freguesia de Barreira –Leiria



No lugar de Casal da Cortiça existe a Igreja em honra de Nossa Senhora de Fátima
Obras disponíveis

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Freguesia dos Parceiros

 Parceiros
No lugar de Parceiros existe a Igreja Matriz  em honra de Nossa Senhora do Rosário. Em 1669, já havia referências de uma Ermida dedicada a N. S. do Rosário no lugar de Parceiros.
A Igreja que tem servido até aos dias de hoje, apresenta na ombreira da porta principal, a data de 1719 o que nos leva a concluir que terá sido construída por essa altura, principalmente ao que se refere a corpo da Igreja.
Obras de restauros em 1975-76, e em 2002.

Consulta; “ folheto freguesia de Parceiros”
Pernelhas


No lugar de Pernelhas existe a Igreja em honra de Todos os Santos

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Freguesia da Barosa

Barosa

No lugar de Barosa existe a Igreja em honra de S. Mateus.
A primitiva capela era referenciada no Couseiro como construção feita pelos moradores, e, indicando a data de sua construção, 1609.
A actual foi há poucos anos aproveitando o espaço que tinham, e permaneceram com a fachada da antiga igreja matriz, deixando  assim permanecer a antiguidade.


Consulta;” Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”

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Freguesia dos Marrazes

Marrazes
             A Igreja Matriz dos Marrazes em honra de N. Sr.ª da Missão, consta ter o seu inicio de construção por volta do ano 1828, e obras concluídas em 1829.
Em 1838, foram-lhe acrescentado dois altares laterais.
A torre foi acrescentada em 1845, prolongando-se as obras de acabamentos até 1852.
O retábulo do altar é mais tardio, tendo terminado em 1865.

          Consulta; no livro de “ levantamento do património edificado” de Acácio Sousa/Gentil Ferreira e Sousa/Orlando Cardoso
Consulta;” Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”

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Janardo

No lugar de Janardo, encontra-se uma Igreja em honra Nossa Senhora da Graça.
Há, quem tenha procurado a data de origem da primeira Ermida que indica a invocação religiosa neste lugar. A primeira edição do Couseiro adianta com a data de 1813 .

 Gândara dos Olivais

No lugar de Gândara, existe a Igreja  de invocação á N. Sr.ª dos Milagres.
Por cima da ombreira da porta está uma inscrição com a data de 1714, e informações recolhidas junto da freguesia relata que  uma antiga Igreja já existia em 1721.
 Quinta da Matinha

No lugar de Quinta da Matinha, encontra-se uma Igreja em honra de Santo António.
Existe uma placa de agradecimentos e relata a data de 1978.
          Pinheiros

No lugar de Pinheiros, encontra-se a Igreja em honra de S. João Baptista , fundada em 1684, e restaurada em 1860, inscrições na ombreira da porta principal
 Marinheiros

No lugar dos Marinheiros existe a Igreja em  honra de Nossa Senhora do  Livramento, consta já existir uma antiga Ermida em 1765. No muro desta actual Igreja existe a inscrição do ano 1903, provavelmente data da anterior Igreja.


Quinta da Alçada

A Igreja de Quinta de Alçada, é em invocação de Nossa Senhora de Fátima

Bairro das Almoinhas

Neste lugar encontra uma Igreja em honra de Nossa Senhora de Fátima

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Freguesia de Regueira de Pontes


Regueira de Pontes

A primeira Ermida de Regueira de Pontes, situava-se no local onde hoje é o cemitério, e já na altura de invocação a S. Sebastião.
As obras da nova Igreja efectuaram-se entre 1758 e 1795 e teve como primeiros restauros em 1853.
Depois novas remodelações em 1874 e 1880, por acção de D. Júlia Dores da Silva Crespo, cuja memória ficou assinalada em lápide na frontaria.
Localizado no centro da povoação, com adro murado, fechado com portão de ferro forjado entre colunatas de pedra, revela-se um edifício de grande porte, de estilo barroco, ladeado por duas torres.
No seu interior com dois altares laterais de arco pleno, dedicados a Santa Teresinha e S. Francisco de Assis, em talha dourada. E dois altares colaterais  dedicados a N. S. da Conceição e ao Sagrado Coração de Jesus. Todos ele são encimados por resplendor
 Chãs ( Igreja antiga)

A Igreja antiga, no lugar de Chãs já demolida era em honra de Nossa Senhora  das Necessidades, anteriormente a sua origem era de Santa Ana, e remontava ao séc. XVI inicio  séc. XVII
Data da demolição , Maio de 2012
Na torre da Igreja era afixado uma placa que dizia” esta torre foi construída de 1929 a Setembro de 1936,  que pelas datas a torre foi feita posterior, depois da Igreja já existir. 
 Chãs

Igreja nova, também ela de invocação a Nossa Senhora das Necessidades, teve o lançamento da primeira pedra para a construção a 22 de Setembro de 2007

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