sexta-feira, 31 de maio de 2013

Freguesia de Leiria

Ruínas da Igreja de N. Sr.ª da Pena
Situada dentro da muralha do castelo de Leiria.
Segundo consta a primeira igreja feita neste local, foi mandada fazer pelo D. Afonso Henriques, quando conquistou a cidade aos Mouros, em 1135.
Mas segundo parece, dessa igreja nada restou, apenas o local, onde então dois séculos depois surgiu um novo templo por ordem de D. Dinis.
D. João I, em finais do séc. XIV, e D. Manuel, em princípios do séc. XVI, foram os responsáveis pelo enriquecimento decorativo que enobreceu a igreja e a construção da sacristia entre a capela-mor e a torre sineira .
Foi a primeira igreja nesta povoação, e de invocação a N. S. da Pena por se ter edificado junto da Penha, sendo propriamente o orago da Anunciação. Foi Igreja matriz e freguesia, enquanto não houve outra, mais próximo da população, pois esta era de difícil acesso, por se situar no alto do penhasco.
              Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria               
                  Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”
 Obras disponíveis
(Para adquirir basta deixar mensagem neste blog, ou, contactar o Email - imtn@sapo.pt/ telem. 916850489- tef - 262507057 )
Aguarelas
31cm/40cm
Preço 100€

Igreja de S. Pedro

Couseiro ,refere-se á Igreja de S. Pedro desta forma ;” A Igreja de S. Pedro, que está junto aos paços episcopais, foi a segunda que se fez nesta povoação, mas não consta do ano, era  a quarta que se visitava, tinha sacrário, mas não estava nele o Santíssimo sacramento, por estar fora do povoado….”
Mas há quem adiante datas; “A actual Igreja de São Pedro começou a ser construída nos últimos anos do século XII, sendo referida pela primeira vez em documentos de 1200 relacionados a uma disputa entre o bispo de Coimbra e o Mosteiro de Santa Cruz sobre o domínio eclesiástico da cidade. A conclusão dos trabalhos deve haver ocorrido nas primeiras décadas do século XIII. “
Leiria foi designada sede de bispado em 1545, e por um curto período de tempo a Igreja de São Pedro serviu como catedral da cidade até a conclusão da actual Sé de Leiria, em 1574.
O templo serviu de Igreja Paroquial e passou por algumas reformas nos séculos XVII e XVII.
No século XIX chegou a ser usado como teatro, celeiro e até prisão.
A 16 de Junho de 1910 foi classificado Monumento Nacional , mas só de 1933 a 1937 foram feitas obras de restauros.
Em 29 de Junho de 1946 foi aberta ao culto, dia de S. Pedro.
Actualmente está desactivado dos compromissos religiosos.

Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria
Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”




Torre sineira da Sé Catedral de Leiria 

Mandada construir em 1770, por D. Miguel Bulhões e Sousa.
Inicialmente a Sé Catedral era para ter torre sineira incluída no seu projecto, que foi abandonado logo depois.
Assim, foi então construída uma torre no local actual, mais elevado que a catedral, “mas mais modesta” que o edifício que perdura até hoje.
Torre essa que ficou parcialmente destruída com o terramoto de 1755.
Os Sinos, durante séculos marcaram o ritmo da cidade, assinalando horas (e as meias e os quartos), chamando para festas, funerais, catequese e outros actos religiosos. Alertavam até para incêndios – e existia uma tabela de toques para saber se o fogo era na cidade ou redondezas. Hoje, os sinos da Sé de Leiria perderam boa parte da vitalidade e da importância.

Consulta; Jornal Região de Leiria”(entrevista do padre Luciano Cristino, do Manuel Leiria, em 23-12-2011) 




 Sé Catedral

A Sé de Leiria é uma Igreja situada no centro da cidade.
Leiria, foi elevada a diocese a 22 de Maio de 1545, a pedido de D. João III, foi o 3ª Bispo, D. Gaspar do Casal o impulsionador das obras da nova catedral, entre 1559 a 1574, uma vez que a Igreja da Nª Sr.ª da Pena e de São Pedro serem demasiado pequenas para a população, tornou-se necessária a construção de uma nova Igreja adequada para a recente diocese. A primeira pedra fora lançada em 11 de Agosto de 1550.
Contudo, o claustro, a sacristia, a casa do cabido e o adro devem-se a D. Pedro de Castilho( 1583-1604)
A Igreja ao longo do tempo sofreu sucessivas alterações devido à sucessão dos bispos da diocese.
Também foi parcialmente destruída no terramoto de 1755, pelo que de seguida sofreu algumas intervenções que levaram ao seu aspecto robusto actual.
A Igreja foi ainda destruída durante as Invasões Francesas, pelo que em 1811 as tropas de Napoleão lhe atearam fogo que destruiu grande parte da ornamentação interior.
 A Sé de Leiria é das únicas que tem a torre sineira separada da mesma.


Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria
               Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”



 Igreja do Convento Santo Agostinho

A Igreja e Convento de Santo Agostinho é um conjunto de edifícios localizado na cidade de Leiria.
A Igreja e Convento foram mandados construir pelo bispo D. Gaspar do Casal, durante a segunda metade do século XVI (1577-79) e até à primeira metade século XVII.
Na segunda metade do século XVIII a igreja sofreu algumas remodelações que conferiram o seu aspecto actual.
Com a revolução de 1910, e a extinção das ordens religiosas foi o convento transformado em quartel do regimento de infantaria nº7, e a igreja profanada, chegando a servir de refeitório do regimento.
Convenientemente restaurada foi a igreja devolvida á Diocese por proposta do 1º Congresso das Actividades de Distrito de Leiria, realizado em Setembro de 1943 e aberto ao culto a 4 de Agosto de 1944.
Mais tarde a 5 de Julho de 1983, foi o convento cedido pela Direcção do Património do Estado ao Instituto Português do Património Cultural.


Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria
               Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”
 Convento de São Francisco

O Convento de São Francisco esteve primeiro fundado no Rossio de Santo André, junto ao rio( hoje  jardim Luís de Camões), e tempo que se principiou, que foi pouco mais ou menos, no ano de 1229. ( Couseiro).
Mas depois de muitas controvérsias o convento recebeu ordem papal para a continuação das obras de construção em 21 de Maio de 1232.
O convento anos mais tarde, 1384, foi mudado para o local actual , por sofrer sucessivas inundações do rio lis.
No ano 1474 contavam-se trinta e cinco frades.
Em 1851 o Convento é entregue á Câmara Municipal, que para ali transferiu a cadeia em 1866.
Em 1920 foi cedida para fins industriais á companhia de moagem, e o convento foi reduzido ao actual edifício.
Já a Igreja foi encerrada em 1950, e perante o estado avançado de degradação esta sofre obras de restauro em 1992.

Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria
               Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”
Santuário de Nossa Senhora da Encarnação

A Igreja de Nossa Senhora da Encarnação, ou Santuário de Nossa Senhora da Encarnação, situa-se em Leiria.
A Igreja foi construída no monte de São Gabriel, sobre uma ermida com o mesmo nome.
 Reza a lenda que a igreja foi construída porque em 1588 uma mulher inválida já á 28 anos  de nome Susana Dias do lugar de Cortes, ter sida levada para a ermida lá existente, tendo levantado e começado a andar assim que entrou  nela.. “ o Couseiro faz referencia a este acontecimento, e adianta a data do mesmo, 11 de Julho de 1588”
A pedra colocada com  a data de 24 de Setembro de 1588 foi o marco que deu a origem ao inicio da nova construção.
A Igreja é acessível de automóvel, mas podemos optar pela escadaria de arte barroca, construída em 1755  séc. XVIII a mando do bispo D. Frei Miguel de Bulhões e Sousa, com 162 degraus.
Foi classificada  em 1982 como Imóvel de Interesse Público.


Consulta; “Levantamento do Património edificado” de Acácio Sousa, Gentil Ferreira e Sousa e Orlando Cardoso.
Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria
               Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”
 Convento da Portela “ Franciscanos”

A sua construção, feita pela ordem terceira, teve inicio no séc. XIX ( 1898) e  foi interrompida com a mudança do regime em 1910.
Em 1920 os bens deste convento foram vendidos e aí se instalou o estabelecimento de ensino, e o Asilo Distrital.
Por fim em 1944, foi de novo adquirido pela Província  Portuguesa da Ordem Franciscana . A torre da Igreja nunca chegou a ser concluída.

Consulta;” Leiria, na rota do Património” de Ferraz e Azevedo, Lda.
Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria


 Igreja da misericórdia

A Igreja da Misericórdia situa-se no centro de Leiria, perdendo-se nas ruelas da parte histórica da cidade.
 1544, data de fundação da Santa Casa da Misericórdia, Igreja e Hospital em Leiria.
Em 1721, há referências da construção da Igreja sobre a sinagoga que existiu no local, desde do séc. XV. Esta servia a população judaica que ergueu e viveu durante muito tempo no centro histórico, deixando para trás vários traços arquitectónicos na parte antiga da cidade – (dos alpendres às varandas de ferro forjado, e também lápides e cachorros de pedra trabalhada.) Em 1496 a população judaica foi expulsa do local. A sinagoga foi logo destruída, da qual não restou nada.
É um templo com interior de uma só nave, tectos  de esteira e três altares. No retábulo do altar-mor encaixilha-se um painel do séc. XVII a figurar a visitação.
            

Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo,
Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria 

 Igreja do Espírito Santo
A primitiva Ermida e confraria do Espírito Santo, consta ser  do séc. XVIII, (1721).
A actual é uma construção simples
De inspiração barroca, cuja arquitectura idêntica  a tantas outras daquela época.


Convento de Santo Estêvão
séc. XVII-XVIII
1211, primeira referência documental feito á Igreja Paroquial de Santo Estêvão.
1583-1604, demolição da primeira Igreja.
Situava-se no bairro, onde outrora se localizou a mouraria (onde habitava a comunidade muçulmana), depois de demolida a primeira igreja(séc. XVI) foi erigida uma outra, votada a N. Sr.ª. Da Apresentação, sem perder a devoção a Santo Estêvão. O edifício actual apresenta uma tipologia barroca, composta pela fachada da Igreja e Convento.
Foi das primeiras Igrejas fora das muralhas quando a cidade se começou a estender. 
Em 1740 construiu-se a seu lado um recolhimento para meninas, que foi incendiado nas invasões francesas.
Voltou a ser habitado em 18 de Dezembro de 1817.
Em 1910 tudo passou à posse do estado, que aí instalou as escolas primárias da cidade, onde está a escola do magistério primário, e, na parte da Igreja, aquartelou a guarda nacional republicana até aos nossos dias.
 Consulta; “ placa descritiva que se encontra junto ao edifício 
Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria








Convento dos Capuchos 

Na cidade de Leiria, o Convento de Santo António dos Capuchos, situado actualmente no Bairro dos Capuchos, foi a última casa religiosa a ser instituída, depois da instalação dos franciscanos no século XIII, e da fundação do Convento de Santo Agostinho na segunda metade de Quinhentos.
Na realidade, este Convento foi estabelecido em 1657, por D. Pedro Vieira da Silva (então secretário de Estado, mas que veio a ser Bispo de Leiria), que se encontra sepultado na Igreja.
Desde essa época, foi alvo de intervenções, uma no século XVIII e outra no início de Novecentos, conforme as datas inscritas na frontaria da Igreja. Nesta medida, o templo primitivo, de dimensões reduzidas, foi ampliado em 1770.
A construção que hoje conhecemos revela alguma erudição arquitectónica, presente quer na Igreja quer nas dependências conventuais (Costa, 1989, p. 41). A entrada para o templo insere-se numa opção muito característica da arquitectura dos capuchos, com uma galilé profunda, de arcaria central dórica, mais alta, enquadrada por vãos rectangulares.
Com a extinção das Ordens Religiosas, em 1834, o convento ficou na posse do Estado que, em 1864, o transformou em Hospital Militar (Sequeira, 1955).
Já no século XX, em 1904, a Igreja foi alvo de uma intervenção de restauro, o que não impediu a profunda ruína em que se encontra actualmente.

Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria 
Consulta; igespar.pt 


Cruz da Areia

A Igreja de Cruz da Areia, é em invocação de Santa Isabel de Portugal.
Esta Igreja teve inicio em Maio de 1994, com a construção inicial de um salão e centro pastoral, e depois a Igreja que teve a sua inauguração em Dezembro de 1999.


Consulta; livro “Cruz da Areia” “Um bairro em expansão”

Obras disponíveis
(Para adquirir basta deixar mensagem neste blog, ou, contactar o Email - imtn@sapo.pt/ telem. 916850489- tef - 262507057 )
Aguarelas
31cm/40cm
Preço 100€
 Pirogravura
Rua de Leiria com torre da Sé ao Fundo
Indisponível

Pirogravura
Rua de Leira com o Castelo ao Fundo
43 cm  x 54 cm
Preço 150€

Freguesia de Leiria

Ruínas da Igreja de N. Sr.ª da Pena
Situada dentro da muralha do castelo de Leiria.
Segundo consta a primeira igreja feita neste local, foi mandada fazer pelo D. Afonso Henriques, quando conquistou a cidade aos Mouros, em 1135.
Mas segundo parece, dessa igreja nada restou, apenas o local, onde então dois séculos depois surgiu um novo templo por ordem de D. Dinis.
D. João I, em finais do séc. XIV, e D. Manuel, em princípios do séc. XVI, foram os responsáveis pelo enriquecimento decorativo que enobreceu a igreja e a construção da sacristia entre a capela-mor e a torre sineira .
Foi a primeira igreja nesta povoação, e de invocação a N. S. da Pena por se ter edificado junto da Penha, sendo propriamente o orago da Anunciação. Foi Igreja matriz e freguesia, enquanto não houve outra, mais próximo da população, pois esta era de difícil acesso, por se situar no alto do penhasco.
              Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria               
                  Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”
 Obras disponíveis
(Para adquirir basta deixar mensagem neste blog, ou, contactar o Email - imtn@sapo.pt/ telem. 916850489- tef - 262507057 )
Aguarelas
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Preço 100€

Igreja de S. Pedro

Couseiro ,refere-se á Igreja de S. Pedro desta forma ;” A Igreja de S. Pedro, que está junto aos paços episcopais, foi a segunda que se fez nesta povoação, mas não consta do ano, era  a quarta que se visitava, tinha sacrário, mas não estava nele o Santíssimo sacramento, por estar fora do povoado….”
Mas há quem adiante datas; “A actual Igreja de São Pedro começou a ser construída nos últimos anos do século XII, sendo referida pela primeira vez em documentos de 1200 relacionados a uma disputa entre o bispo de Coimbra e o Mosteiro de Santa Cruz sobre o domínio eclesiástico da cidade. A conclusão dos trabalhos deve haver ocorrido nas primeiras décadas do século XIII. “
Leiria foi designada sede de bispado em 1545, e por um curto período de tempo a Igreja de São Pedro serviu como catedral da cidade até a conclusão da actual Sé de Leiria, em 1574.
O templo serviu de Igreja Paroquial e passou por algumas reformas nos séculos XVII e XVII.
No século XIX chegou a ser usado como teatro, celeiro e até prisão.
A 16 de Junho de 1910 foi classificado Monumento Nacional , mas só de 1933 a 1937 foram feitas obras de restauros.
Em 29 de Junho de 1946 foi aberta ao culto, dia de S. Pedro.
Actualmente está desactivado dos compromissos religiosos.

Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria
Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”



Torre sineira da Sé Catedral de Leiria 

Mandada construir em 1770, por D. Miguel Bulhões e Sousa.
Inicialmente a Sé Catedral era para ter torre sineira incluída no seu projecto, que foi abandonado logo depois.
Assim, foi então construída uma torre no local actual, mais elevado que a catedral, “mas mais modesta” que o edifício que perdura até hoje.
Torre essa que ficou parcialmente destruída com o terramoto de 1755.
Os Sinos, durante séculos marcaram o ritmo da cidade, assinalando horas (e as meias e os quartos), chamando para festas, funerais, catequese e outros actos religiosos. Alertavam até para incêndios – e existia uma tabela de toques para saber se o fogo era na cidade ou redondezas. Hoje, os sinos da Sé de Leiria perderam boa parte da vitalidade e da importância.

Consulta; Jornal Região de Leiria”(entrevista do padre Luciano Cristino, do Manuel Leiria, em 23-12-2011) 




 Sé Catedral

A Sé de Leiria é uma Igreja situada no centro da cidade.
Leiria, foi elevada a diocese a 22 de Maio de 1545, a pedido de D. João III, foi o 3ª Bispo, D. Gaspar do Casal o impulsionador das obras da nova catedral, entre 1559 a 1574, uma vez que a Igreja da Nª Sr.ª da Pena e de São Pedro serem demasiado pequenas para a população, tornou-se necessária a construção de uma nova Igreja adequada para a recente diocese. A primeira pedra fora lançada em 11 de Agosto de 1550.
Contudo, o claustro, a sacristia, a casa do cabido e o adro devem-se a D. Pedro de Castilho( 1583-1604)
A Igreja ao longo do tempo sofreu sucessivas alterações devido à sucessão dos bispos da diocese.
Também foi parcialmente destruída no terramoto de 1755, pelo que de seguida sofreu algumas intervenções que levaram ao seu aspecto robusto actual.
A Igreja foi ainda destruída durante as Invasões Francesas, pelo que em 1811 as tropas de Napoleão lhe atearam fogo que destruiu grande parte da ornamentação interior.
 A Sé de Leiria é das únicas que tem a torre sineira separada da mesma.


Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria
               Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”



 Igreja do Convento Santo Agostinho

A Igreja e Convento de Santo Agostinho é um conjunto de edifícios localizado na cidade de Leiria.
A Igreja e Convento foram mandados construir pelo bispo D. Gaspar do Casal, durante a segunda metade do século XVI (1577-79) e até à primeira metade século XVII.
Na segunda metade do século XVIII a igreja sofreu algumas remodelações que conferiram o seu aspecto actual.
Com a revolução de 1910, e a extinção das ordens religiosas foi o convento transformado em quartel do regimento de infantaria nº7, e a igreja profanada, chegando a servir de refeitório do regimento.
Convenientemente restaurada foi a igreja devolvida á Diocese por proposta do 1º Congresso das Actividades de Distrito de Leiria, realizado em Setembro de 1943 e aberto ao culto a 4 de Agosto de 1944.
Mais tarde a 5 de Julho de 1983, foi o convento cedido pela Direcção do Património do Estado ao Instituto Português do Património Cultural.


Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria
               Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”
 Convento de São Francisco

O Convento de São Francisco esteve primeiro fundado no Rossio de Santo André, junto ao rio( hoje  jardim Luís de Camões), e tempo que se principiou, que foi pouco mais ou menos, no ano de 1229. ( Couseiro).
Mas depois de muitas controvérsias o convento recebeu ordem papal para a continuação das obras de construção em 21 de Maio de 1232.
O convento anos mais tarde, 1384, foi mudado para o local actual , por sofrer sucessivas inundações do rio lis.
No ano 1474 contavam-se trinta e cinco frades.
Em 1851 o Convento é entregue á Câmara Municipal, que para ali transferiu a cadeia em 1866.
Em 1920 foi cedida para fins industriais á companhia de moagem, e o convento foi reduzido ao actual edifício.
Já a Igreja foi encerrada em 1950, e perante o estado avançado de degradação esta sofre obras de restauro em 1992.

Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria
               Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”
Santuário de Nossa Senhora da Encarnação

A Igreja de Nossa Senhora da Encarnação, ou Santuário de Nossa Senhora da Encarnação, situa-se em Leiria.
A Igreja foi construída no monte de São Gabriel, sobre uma ermida com o mesmo nome.
 Reza a lenda que a igreja foi construída porque em 1588 uma mulher inválida já á 28 anos  de nome Susana Dias do lugar de Cortes, ter sida levada para a ermida lá existente, tendo levantado e começado a andar assim que entrou  nela.. “ o Couseiro faz referencia a este acontecimento, e adianta a data do mesmo, 11 de Julho de 1588”
A pedra colocada com  a data de 24 de Setembro de 1588 foi o marco que deu a origem ao inicio da nova construção.
A Igreja é acessível de automóvel, mas podemos optar pela escadaria de arte barroca, construída em 1755  séc. XVIII a mando do bispo D. Frei Miguel de Bulhões e Sousa, com 162 degraus.
Foi classificada  em 1982 como Imóvel de Interesse Público.


Consulta; “Levantamento do Património edificado” de Acácio Sousa, Gentil Ferreira e Sousa e Orlando Cardoso.
Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria
               Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”
 Convento da Portela “ Franciscanos”

A sua construção, feita pela ordem terceira, teve inicio no séc. XIX ( 1898) e  foi interrompida com a mudança do regime em 1910.
Em 1920 os bens deste convento foram vendidos e aí se instalou o estabelecimento de ensino, e o Asilo Distrital.
Por fim em 1944, foi de novo adquirido pela Província  Portuguesa da Ordem Franciscana . A torre da Igreja nunca chegou a ser concluída.

Consulta;” Leiria, na rota do Património” de Ferraz e Azevedo, Lda.
Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria


 Igreja da misericórdia

A Igreja da Misericórdia situa-se no centro de Leiria, perdendo-se nas ruelas da parte histórica da cidade.
 1544, data de fundação da Santa Casa da Misericórdia, Igreja e Hospital em Leiria.
Em 1721, há referências da construção da Igreja sobre a sinagoga que existiu no local, desde do séc. XV. Esta servia a população judaica que ergueu e viveu durante muito tempo no centro histórico, deixando para trás vários traços arquitectónicos na parte antiga da cidade – (dos alpendres às varandas de ferro forjado, e também lápides e cachorros de pedra trabalhada.) Em 1496 a população judaica foi expulsa do local. A sinagoga foi logo destruída, da qual não restou nada.
É um templo com interior de uma só nave, tectos  de esteira e três altares. No retábulo do altar-mor encaixilha-se um painel do séc. XVII a figurar a visitação.
            

Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo,
Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria 

 Igreja do Espírito Santo
A primitiva Ermida e confraria do Espírito Santo, consta ser  do séc. XVIII, (1721).
A actual é uma construção simples
De inspiração barroca, cuja arquitectura idêntica  a tantas outras daquela época.


Convento de Santo Estêvão
séc. XVII-XVIII
1211, primeira referência documental feito á Igreja Paroquial de Santo Estêvão.
1583-1604, demolição da primeira Igreja.
Situava-se no bairro, onde outrora se localizou a mouraria (onde habitava a comunidade muçulmana), depois de demolida a primeira igreja(séc. XVI) foi erigida uma outra, votada a N. Sr.ª. Da Apresentação, sem perder a devoção a Santo Estêvão. O edifício actual apresenta uma tipologia barroca, composta pela fachada da Igreja e Convento.
Foi das primeiras Igrejas fora das muralhas quando a cidade se começou a estender. 
Em 1740 construiu-se a seu lado um recolhimento para meninas, que foi incendiado nas invasões francesas.
Voltou a ser habitado em 18 de Dezembro de 1817.
Em 1910 tudo passou à posse do estado, que aí instalou as escolas primárias da cidade, onde está a escola do magistério primário, e, na parte da Igreja, aquartelou a guarda nacional republicana até aos nossos dias.
 Consulta; “ placa descritiva que se encontra junto ao edifício 
Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria








Convento dos Capuchos 

Na cidade de Leiria, o Convento de Santo António dos Capuchos, situado actualmente no Bairro dos Capuchos, foi a última casa religiosa a ser instituída, depois da instalação dos franciscanos no século XIII, e da fundação do Convento de Santo Agostinho na segunda metade de Quinhentos.
Na realidade, este Convento foi estabelecido em 1657, por D. Pedro Vieira da Silva (então secretário de Estado, mas que veio a ser Bispo de Leiria), que se encontra sepultado na Igreja.
Desde essa época, foi alvo de intervenções, uma no século XVIII e outra no início de Novecentos, conforme as datas inscritas na frontaria da Igreja. Nesta medida, o templo primitivo, de dimensões reduzidas, foi ampliado em 1770.
A construção que hoje conhecemos revela alguma erudição arquitectónica, presente quer na Igreja quer nas dependências conventuais (Costa, 1989, p. 41). A entrada para o templo insere-se numa opção muito característica da arquitectura dos capuchos, com uma galilé profunda, de arcaria central dórica, mais alta, enquadrada por vãos rectangulares.
Com a extinção das Ordens Religiosas, em 1834, o convento ficou na posse do Estado que, em 1864, o transformou em Hospital Militar (Sequeira, 1955).
Já no século XX, em 1904, a Igreja foi alvo de uma intervenção de restauro, o que não impediu a profunda ruína em que se encontra actualmente.

Consulta; “ Alerta Leiria” edição do agrupamento nº127 do corpo nacional de escutas - sé de Leiria 
Consulta; igespar.pt 


Cruz da Areia

A Igreja de Cruz da Areia, é em invocação de Santa Isabel de Portugal.
Esta Igreja teve inicio em Maio de 1994, com a construção inicial de um salão e centro pastoral, e depois a Igreja que teve a sua inauguração em Dezembro de 1999.


Consulta; livro “Cruz da Areia” “Um bairro em expansão”

Obras disponíveis
(Para adquirir basta deixar mensagem neste blog, ou, contactar o Email - imtn@sapo.pt/ telem. 916850489- tef - 262507057 )
Aguarelas
31cm/40cm
Preço 100€

Freguesia de Maceira



Igreja Matriz

A Igreja Matriz foi edificada no ano 1521, aproveitando-se do local de uma antiga Ermida existente.

Dedicado a nossa Senhora da Luz, o templo seria ampliado e restaurado em 1887, havendo no entanto o cuidado de manter e integrar os elementos manuelinos. Deste conjunto destaca-se o portal em arco abatido decorado com rendilhados e ladeado por pináculos, sobre o qual foi rasgada uma janela com painel e balaustrada de rendilhados. O frontispício é rematado em empena, também decorado com motivos de gosto manuelino, onde foi colocada a imagem da padroeira.

http://www.igespar.pt

Título; Breve memória da Igreja Paroquial de Maceira"



 Obras disponíveis
(Para adquirir basta deixar mensagem neste blog ou, contactar o Email - imtn@sapo.pt/ telem. 916850489 - 262 507057)
Aguarelas
31cm/40cm
Preço 100€



Capela de Santo Amaro



A Capela de Santo Amaro situada no cimo de um monte, já era referenciada no Couseiro ou Memórias do Bispado de Leiria.
No inicio do capitulo que trata das Ermidas existentes na Freguesia de Maceira, diz-se o seguinte: "Por cima da Igreja Paroquial, em o alto de um monte, está uma Ermida da invocação de Santo Amaro; foi feita no ano de 1576 e dotada por pessoa particular. A imagem do Santo é de vulto [escultura, de pedra, do século XVI], tem sacristia, alpendre, confraria e compromisso, feito no mesmo ano. “
Consta que em 1879,se demoliu parte da ermida original e se fez obras que deram origem á actual capela, testemunho do Cónego José Pereira da Costa em 1900. 
Nos anos de 1896 e 1897, foi construído a grandiosa escadaria que dá acesso à capela, e as obras ficaram concluídas em 1899, com o levantamento de uma estátua de Santo Amaro, como consta de uma memória, colocada na sua base.
Consta que depois der passado por mãos de particulares e do estado, a capela , foi entregue à Fábrica da Igreja Paroquial de Maceira, a 23 de Novembro de 1945, em conformidade com a concordata entre a Santa Sé e o Estado Português, de 1940.
As obras na Capela, escadaria, muros de contenção de terras e beneficiação dos acessos, ainda continuaram por toda a segunda metade do século XX, culminando com mais um lanço de escadaria, feito de 1990 a 1992, ligando a estrada ao terreiro do arraial. As várias obras são assinaladas com datas inscritas na própria escadaria. No monte existe uma bela cruz de pedra, comemorativa da missão do ano de 1869. 

Texto elaborado de uma pesquisa feita na internet;  originais de “Padre Luciano Cristino”


Ermida de Nossa Senhora da Barroquinha

É possível que o culto Mariano se tenha iniciado, nas Barrocas, muito antes do século XV ou XVI, época da imagem de Nossa Senhora com o Menino, ainda hoje ali existente.
A mais antiga referência conhecida à Ermida, fonte e cascata é do Couseiro, obra escrita cerca do ano de 1657.
Em 1721, o Padre Luís Vieira de Sousa, natural de Maceira e também seu pároco, diz que, quando a imagem apareceu na lapa, a levaram para a Igreja Paroquial ; “a Senhora tornara ao mesmo lugar”. Por isso, na mesma barroca, fizeram, um telhado sobre umas colunas de pedra onde esteve a Senhora muitos anos, e conta-se que aí a iam visitar os fiéis com suas ofertas, e tivera ocorrência de romagem. 
Depois de 1780, data que se encontra por cima da fonte, numa das inscrições ali existentes, a capela foi também restaurada, porque o frontal de azulejos do altar, com motivos florais, da Fábrica do Juncal é dos finais do século XVIII.
 No decorrer das décadas de 1940 e 1950 e no ano de 2000 houve obras de beneficiação do sítio de Nossa Senhora da Barroquinha que incluíram também novos restauros da Capela. Caracterização do vale
O Vale onde se encontra a Ermida é caracterizada pela sua escadaria, e pelos vários muros de pedra que definem os contornos do local. A cascata com os seus 16 metros de altura, é o pano de fundo apetecido por todos os noivos que por lá passam, sendo completada pelo pequeno lago. A bica de água existente ao lado da ermida e muitas sombras com pequenas mesas e bancos de pedra, tornam este local repousante.


A Lenda da Fonte da Barroquinha


“Era uma vez ... em dia já muito recuado na lonjura dos tempos, e em pleno verão escaldante, o rei passava com a sua corte ali junto a Maceira.

O rei sentia os ardores da sede. Ao passar roçando uma rocha, o poderoso rei, sem poder ter com que matar a grande sede que o atormentava, gritou em desespero em tom desvairado de maldição, para os seus acompanhantes:

“Maldito cavalo que não escoicinha esta rocha até fazer água a fartar.”Palavras ditas, e o cavalo real, como se tivesse compreendido a fala do seu dono, dá uma forte parelha de coices na rocha que fez estremecer céu e a terra. A escoicinhada foi tão violenta que o rei teve de se amparar com a sua espada na rocha. Mas a espada, de fraca resistência, encontrou e furou a rocha, e, do furo aberto, jorrou água abundante e fresquinha que deslumbrou o rei e toda a sua comitiva. O povo vendo aquela fartura de água tão fresca, onde sempre tudo fora secura, começou a escavar na parte mais baixa da rocha e ali abriu uma pequena barroca, por onde começou a sair o precioso líquido refrescante, que nunca mais findou e ainda hoje continua correndo, passando-se a chamar o local, Fonte da Barroquinha.



Lendas de Portugal.sapo.pt



Arnal

No lugar de Arnal, existe a Capela em invocação de S. João Baptista.



            Costas de Cima
         No lugar de Costas de Cima existe a Igreja em honra de S. José e Nossa Senhora da Esperança.
A origem da primeira ermida vem desde do ano 1630.
Igreja reconstruída no ano 2000- 2001 e 2005 .
 
              Couseiro , transcrição da 2ª edição 1898 de “ Ricardo Charters d`Azevedo”


 Costas de Baixo

Trata -se de uma capela mandada edificar em 1921, pelo Sr. José Pereira de Sousa, na sua propriedade. 

Foi mandada ampliar em 1931, e permaneceu na família até esse senhor morrer. 

Por herança, a capela foi doada à paróquia.
Nela existe um painel de azulejo com a seguinte inscrição, “ Neste Santuário se venera a imagem de Santo António da Costa” , e uma pedra em forma de livro com o seguinte dizeres: “ Se Milagres Desejares, recorrei a Santo António”
            Pesquisa internet ( texto ruivacos)


Porto carro
         Igreja em honra de N. S. Consolação, Santa Quitéria e Santa Luzia.
Construída pela comissão de capela e população no ano 1971 a 1980, com inauguração e bênção do relógio uns anos mais tarde. A placa de identificação existente na própria parede indica “ 31  Dezembro de 1995.
Existe uma nota importante em relação á existência de uma ermida no lugar de Porto Carro no Couseiro(  Publicação de Ricardo Charters d´Azevedo) em honra de N. S. Conceição, feita no ano 1548.


A-do-Barbas

Igreja em honra de S. Tiago e Nossa Senhora da Piedade.
A referência a este padroeiro “ S. Tiago”já remonta ao séc. XIX, pois a 2ª edição de Couseiro  1898 já se referia que “No Lugar da do Barbas outra, da invocação de S. Tiago; imagem de vulto.”
         
Vale Salgueiro

No lugar de Vale Salgueiro existe a Igreja em honra de Nossa Senhora da Paz

 Maceirinha

A primeira Capela existente nesta localidade remonta ao séc. XVII, e foi mandada construir pelo o Sr. João Francisco , de alcunha “ o rico”, por ser um abastardo proprietário.
Possuía aí uma quinta, onde fez testamento no dia 10 de Junho de 1681, no qual determinou que a ermida que mandou construir seria; “da invocação a S. João, ou a Nossa Senhora do Rosário ou então a Santo António ”. A capela só foi terminada em 1683, data inscrita no velho campanário que passou depois para a segunda capela construída pelos populares  nos finais do séc. XIX . 
A velha Capela particular foi demolida em 1896.
 No local onde existiu, foi colocada uma lápide.
Em 1896 após a demolição da antiga capela particular , construiu-se uma outra um pouco mais adiante , local onde se encontra  a actual.
Ficando concluída em 1897, sobrevivendo até ao ano 1984, em que foi substituída pela actual, iniciada no dia 15 de Julho de 1984, com a bênção da primeira pedra, e concluída no dia 9 de Novembro de 1986, com a bênção feita pelo Sr. Bispo de Leiria, D. Alberto Cosme do Amaral. 
http://www.igespar.pt
          
Cavalinhos

No Lugar de Cavalinhos existe esta  Igreja de invocação a S. Mamede, que foi construída no lugar de uma ermida, ( segundo consta, com cemitério) em 1934, e  que já conta com duas reconstruções; uma em 1975 e outra em 2001.
Mas na 2ª edição do Couseiro de 1898 já era referido  no lugar de Cavalinhos a invocação a S. Mamede. 

vendido
 Pocariça

Na  localidade de Pocariça existe a Igreja em honra de S. Sebastião.


Vale da Gunha

Esta Igreja em honra de N. S. da Agonia, foi construída para substituição da anterior de pequenas dimensões. Abriu ainda incompleta cerca do ano 1960.
Existe uma placa com os seguintes dados: “Em obras de conservação  foi dotado de novo telhado, reorganizado o espaço da assembleia e do presbitério no ano 2002.
Em 13 de Outubro de 2002 sua Ex. rev.   o Senhor D. Serafim de Sousa Ferreira e Silva Bispo desta Diocese de Leiria - Fátima , celebrou a Santa Missa para esta comunidade constituída pelos lugares de A- dos - Pretos, Telheiro, Vale da Gunha e Venda. “

Alcogulhe de Cima

Igreja de construção recente  dedicada ao Espírito Santo.
Existente nela, duas placa com os seguintes dizeres:” esta capela foi inaugurada pelo Rev. Padre Isidro da Piedade Alberto em 28 de Novembro de 1999” “ o povo de Alcogulhe de Cima agradece encarecidamente ao Sr. Joaquim Pereira Orfão e esposa Albina Vieira da Rosa a oferta desta Capela ao lugar”

Obras disponíveis
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Aguarelas
31cm/40cm
Preço 100€



Freguesia de Azoia

Reservado


Igreja Matriz

A Igreja matriz de Azoia, em honra de Santa Catarina de Alexandria, remonta ao séc. XVIII, XVII, uma vez que o Couseiro de 1605-1657 já fazia referência á existência de uma ermida.

Na igreja encontra-se na fachada a data de 1722, e sobre a porta um nicho que abriga uma imagem do orago quinhentista em pedra.

A referência de existência de uma Igreja no local faz-se, quando é referida na criação de freguesia de Azoia em 1713.

Com as invasões francesas a Igreja matriz foi convertida em estábulo.

Após a fuga dos invasores, a Igreja teve de ser construída e, até estar pronta a receber os ofícios divinos em 1822, os casamentos realizaram-se na capela de Alcogulhe e os baptismos na Igreja de Parceiros.

Ao longo dos anos houve obras de remodelação e restauros, as ultima ocorreram em 2006-2007.

Consulta no livro “ Azoia e suas igrejas” de Jacinto Gonsalves

 Vale do Horto

No lugar de Vale do Horto existe a Igreja em honra de N. Senhora da Saúde.
Diz o Couseiro, edição 1868 ;“ A capella do Valle d`Horto é da invocação de N.S. da Saúde, com dezassete metros de comprimento, sete de largo e sete de altura, e um só altar.”
 Existe uma data de 1752 como sua fundação , mas não há certezas.

Consulta no livro “ Azoia e suas igrejas” de Jacinto Gonsalves 

Reservado
Alcogulhe
          Nesta localidade existe a Igreja em honra de Santo António.
Diz o Couseiro; “Não se sabe em que tempos foi esta capela feita, mas já existia em 1712, e em 1785 lhe fizeram nova porta.”


Consulta no livro “ Azoia e suas igrejas” de Jacinto Gonsalves 

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