terça-feira, 3 de setembro de 2013

Freguesia de Usseira


Igreja de Santa Luzia
A Igreja de Santa Luzia é de uma preciosidade, o magnifico púlpito de pedra seiscentista, que diz-se tradicionalmente que é proveniente do Convento S. Miguel de Gaeiras.
Porem existem algumas lendas em redor de Santa Luzia :diz-se que a fogo que se acende de 12 para 13 de Dezembro celebra a heroicidade de Santa Luzia na defesa da sua virgindade, pois que, condenada à fogueira, fez-se tão pesada que ninguém a conseguiu para lá arrastar. Tiveram de recorrer a uma junta de bois que, com grande dificuldade, a atirou para as chamas que foram incapazes de a consumir e por isso mesmo, foi sujeita à morte pela espada, isto no ano 304. Recordando a virgem e mártir, a Usseira ergue, em sua honra, uma fogueira.


Igreja de Nossa Senhora do Rosário


Obras disponíveis
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 telem. 916850489- tef - 262507057 )
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31cm/40cm
Preço 100€

Freguesia de Sobral da Lagoa


  Igreja de São Sebastião                         

 Capela de Nossa  Senhora  da  Conceição

A história da localidade Sobral da Lagoa , parece ter começado quando, no ano 1583, um homem de nome Domingos dos Santos Ferreira Neto, que vivia em Óbidos há pouco tempo, resolveu dar um passeio até ao elevado morro, situado a sueste da Vila. Chegado ao local, ficou fascinado com a paisagem que tinha pela frente, nomeadamente a soberba vista para o mar e a proximidade com a lagoa de  Óbidos.  Perante tal cenário, este senhor resolveu construir ali uma casa, à qual seguiu uma outra, habitada por uma família amiga.  Passados alguns anos, isto é por volta do ano 1617, já ali existia um pequeno povoado de vinte e três fogos e cerca de cem habitantes. O passo que se seguiu foi a construção de uma capela consagrada a Nossa Senhora da Conceição.
Com o aumento da população, o povo  decidiu construir uma ermida com capacidade para acolher mais fieis. Com o apoio dos frades de Varatojo, mandou-se construir o respectivo templo, dedicado a S. Sebastião
 N. S. Conceição
Cronologia 

1617 - Construção do templo;

1888 - Restauros


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Freguesia de Olho Marinho

 Igreja em Honra do Imaculado Coração de Maria
A Igreja Matriz fica situada num espaço onde existe uma praça, e a poucos metros dos famosos “ Olhos de Água”, no centro de Olho Marinho.
O processo de edificação desta Igreja teve o inicio em 1845, mas a sua construção levou cerca de dez anos, tendo sido inaugurada em Agosto de 1856.
Uma vez que ao longo destes anos, ela sofreu trabalhos de reparações, mas sempre foi preservado o traço arquitectónico original.

Igreja de Nossa Senhora do Amparo

Situada na freguesia do Olho Marinho, no limite com o concelho de Peniche, existe uma pequena ermida dedicada a Nossa Senhora do Amparo. De arquitectura simples, a sua construção é muito antiga, datada do século XII ou XIII, mas de certeza anterior ao Foral concedido por D. Pedro I à povoação de Serra d'el Rei.


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Freguesia de Amoreira

 Igreja Jesus Maria e José
De planta longitudinal, a capela é composta por uma nave única e capela-mor de massa simples, disposta na horizontal. O edifício apresenta cobertura do exterior em telhado de duas águas.
A fachada principal, virada a Este, mostra embasamento escalonado de pano único, sendo delimitado por cunhais de cantaria. O frontispício exibe remate em empena triangular de cornija moldurada e saliente, aberto no tímpano por olho de boi, encimada por cruz trevada e pequena sineira em arco alteado. Entre a porta de verga em arco abatido e a janela de moldura recta existe uma cartela com a data: “1753”, data da inauguração da ermida.

 Igreja de Nossa Senhora de Aboboriz
Situada junto à Estrada Nacional 114, a Igreja de construção arcaica, sofreu grandes modificações ao longo do tempo. A sua fundação terá ocorrido nos primórdios da monarquia, e em 1755 com o grande terramoto terá sofrido bastantes danos tendo sido reconstruída no século passado.
Conta a lenda que a construção da igreja de Aboboriz se deve à descoberta de uma imagem e Nossa Senhora no tronco carcomido de um loureiro por uma pastora que apascentava o seu rebanho na Veiga de Bobris e que o povo do lugar ao ter conhecimento do facto construiu uma ermida em homenagem à Virgem, passando a chamar ao local Senhora de Bobris que, com o passar dos anos se transformou em Aboboriz.
Diz ainda a tradição que a imagem encontrada era do tempo dos visigodos que, com receio da moirama que havia invadido a Península Ibérica em 711, e chegados à Lusitânia em 715, a destruíssem, a esconderam no local onde mais tarde seria encontrada. Era uma imagem em pedra com um metro de altura revelando grande imperfeição, mas de grande antiguidade. Representava a Senhora a dar o seio ao Menino Jesus. Esta imagem foi retirada do seu lugar e destruída durante a revolta de 14 de Maio de 1915. Foi substituída por outra, que em nada se assemelha.
A padroeira da freguesia, Nossa Senhora de Aboboriz, é ainda célebre pelo milagre que terá feito: é tido por certo que um homem do lugar da Amoreira fora cativo dos Mouros e que no cativo era mal tratado pelo seu senhor. Sempre que sofria maus tratos ele gritava por Nossa Senhora de Aboboriz, ao que o mouro muito encarnecia. Para que o cativo não fugisse, o mouro metia-o, à noite, dentro de um caixão, que por sua vez estava preso com uma corrente à coluna de pedra, fazendo depois a sua cama sobre o mesmo. Passaram-se anos no cativeiro, em que o cristão era, continuamente, martirizado pelo mouro, chamando sempre pela Senhora de Aboboriz. Até que uma madrugada, o mouro gritou pelo cristão, interrogando-se se na sua terra havia campainhas ou sinos. Ele disse que sim. Saindo do caixão vira que ele e o mouro se achavam junto à igreja de Nossa Senhora de Aboboriz e que o mouro se convertera. Verdade ou não, o que é certo é que há disto um painel tão antigo, que já não se pode ler o letreiro por estar o pano roto e que o caixão e a corrente ainda existem: o caixão, de boa madeira e com chapas e fechadura de bronze, encontram-se na sacristia, ao passo que a coluna e a corrente estão do lado do Evangelho, junto ao arco da capela-mor. 

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Freguesia de Vau

Igreja de Nossa Senhora da Piedade

As origens da igreja remontam ao período em que o Vau ainda pertencia à freguesa de S. João de Mocharro (hoje extinta), terá então sido construída no Vau uma pequena ermida de invocação a Santo António de Lisboa, mais tarde terá sido restaurada e ampliada, tendo então sido pintado o retábulo da capela-mor pela famosa Josefa de Ayala (Josefa de Óbidos).


O grande terramoto de 1755 terá provocado muitos danos na igreja a qual, no entanto, terá sido prontamente restaurada pela população com o contributo do Infante D. Pedro através da casa do Infantado e da rainha D. Maria.


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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Exposição no Concelho de Óbidos

Arte de Recordar apresenta mais uma nova exposição este ano de 2013.
Agora, o Concelho de Óbidos.
Como sempre, “Arte de Recordar” retrata o Património edificado de carácter religioso dos Concelhos em Aguarelas.
Esta exposição vai ter lugar na Vila de Gaeiras, na emblemática Capela privada de São Marcos. Criando-se assim duas oportunidades de uma só visita rica em Património.
A Capela de São Marcos abre as portas a esta exposição, a quem eu quero agradecer desde de já ao proprietário e ao impulsionador da ideia.
Assim ela vai encontrar-se de portas abertas para quem queira visitar, de 17 de Agosto a 15 de setembro.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Arte de Recordar em Leiria

Após ter percorrido  um vasto território a sul do Concelho de  Leiria , chegou o momento de procurar e conhecer a Capital de Distrito e seu território.
Uma extensa área diversificada de Cultura, História e Património.
Após longos onze meses de trabalho resultou numa magnifica exposição com 124 obras, realizada na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira no mês de Maio de 2013.
A mesma é agora divulgada neste Blog.
Iniciando com  algumas imagens da inauguração, sala e a visita do Sr. Bispo D. António Marto á exposição.
Depois toda a exposição é apresentada e dividida pelas  freguesias que é composto o Concelho ( 29), para que haja maior facilidade de procura .