terça-feira, 3 de setembro de 2013

Arte de Recordar


Exposição em Gaeiras, Concelho de Óbidos

Dia 17 de Agosto pelas 16.30h deu-se a inauguração de mais uma exposição de aguarelas com o Património Edificado deste Concelho.
Vai estar patente na Capela de São Marcos até ao dia 15 de Setembro, com os horários das 14.30h – 18.30h e com horário alargado nos fins-de-semana das festas da Vila de Gaeiras. 
















Freguesia de Santa Maria



Igreja de Santa Maria
A Igreja de Paroquial de Santa Maria é a principal igreja da Vila e foi mandada erigir imediatamente após a conquista de Óbidos aos mouros, em 1148, sendo a primeira pedra do templo consagrada por São Teotónio, prior de Santa Cruz de Coimbra.
 A primitiva igreja românica e gótica desapareceu por completo no século XVI, tendo dado origem a um extraordinário exemplar de arquitectura renascentista.
Deste período destacam-se os portais, o púlpito e, muito especialmente, o túmulo do Alcaide-mor D. João de Noronha e de sua Mulher, D. Isabel de Sousa, um dos marcos da arte renascentista em Portugal.

Ainda no interior  existe um importante recheio artístico dos séculos XVI e XVII. Destaca-se o retábulo da capela colateral de S. Brás de Diogo Teixeira (de cerca de 1590, hoje no Museu Municipal), o retábulo da capela mor (de cerca de 1620), a capela colateral de Santa Catarina com telas de Josefa de Óbidos (de 1664), a capela de São Paulo na sacristia e todo o revestimento azulejar proto-barroco, da última década do século XVII).
                                  
 Igreja de Santiago
Erigida por ordem do rei D. Sancho I em 1186, provavelmente no lugar onde se ergueu a mesquita islâmica, esta igreja servia para a assistência espiritual aos Alcaides, à guarnição militar e era a “capela” da Corte e das Rainhas de Portugal aquando das suas estadas em Óbidos.

Foi sede da paróquia e colegiada de São Tiago desde o século XII até ao século XIX, altura em que integrou a Paróquia de Santa Maria.
Profundamente danificada em 1755, a primitiva igreja, com construção e obras que cobriam o românico, o gótico, o renascimento e o maneirismo, foi totalmente reconstruída, desta feita ao estilo barroco neoclássico, mas sem o brilho e a riquesa de épocas anteriores.

 Do primitivo templo resta uma tábua representando S. Tiago Maior (de cerca de 1550), provavelmente uma obra do pintor régio Luís de Morales; tem também uma excelente escultura de Cristo Ressuscitado (de cerca de 1580) ambas no Museu Municipal e uma imagem de Santo António do século XVI.

 Igreja da Misericórdia
Erigida na segunda metade do séc. XVI no lugar da primitiva capela do Espírito Santo esta igreja possui um importante recheio artístico, destacando-se o portal e púlpito (ambos de 1596), o retábulo da capela mor com pinturas de André Reinoso (de 1628), o revestimento azulejar e Virgem com o Menino em cerâmica (ambos de cerca de 1630).

A igreja da Misericórdia é a sede da Santa Casa, instituição de solidariedade fundada em Óbidos pela rainha D. Leonor, mulher de D. João II na primeira década do século XVI. Servindo para prestar apoio a todas as pessoas que o solicitassem, sobretudo os mais desfavorecidos, a Santa Casa da Misericórdia acumulava as suas funções de assistência, observando as 14 obras de misericórdia (7 espirituais e 7 corporais), bem como toda a gestão da antiga gafaria fundada cerca de 200 anos antes pela Rainha Santa Isabel, junto á Porta da vila.
 


 Ermida de S. João do Mocharro ou de N. Sr.ª d Carmo

Este templo foi edificado, provavelmente, no século XIV, tendo sido sede de paróquia até ao século XVII.
 Era então conhecida pelo nome de Capela de São João de Mocharro.

Trata-se de uma Capela de características góticas que apresenta um portal de vão em arco quebrado, com arquivoltas assentes em colunas cilíndricas.
No interior, o templo apresenta uma nave única com tecto de madeira que abre para a capela-mor através de um arco triunfal em arco pleno. 

A tradição diz ter existido neste mesmo local um templo dedicado a Júpiter. Embora as evidências arqueológicas não tenham ainda confirmado esta hipótese, nada aponta, porém, em sentido contrário. Certo é que no período islâmico aqui existia uma comunidade cristã com a sua igreja dedicada a São João Baptista, devoção muito característica entre os moçárabes.
No início da reconquista esta igreja foi reparada ou reconstruída, sobrevivendo do seu passado românico apenas uma pequena porta no alçado Norte. Também nos séculos XIV e XV a igreja sofreu grandes obras, mas gradualmente a sua periferia urbana se foi desfazendo.


 Igreja da Nossa Senhora de Monserrate
                                  
A história da capela de Nossa Senhora de Monserrate remonta aos finais da Idade Média, mas actualmente assume uma expressão puramente renascentista, já que foi totalmente reedificada no século XVI.

No seu interior, além do requintado conjunto azulejar dos século XVII e XVIII, existe um retábulo maneirista executado em 1599, no seguimento das beneficiações realizadas por ordem do Padre Luís Franco, beneficiado da Igreja de São João do Mocharro.
 O retábulo, representa diversos santos do panteão franciscano e, na tábua superior, a aparição de Nossa Senhora a São João. Este conjunto de pinturas é da autoria de Belchior de Matos.
Na nicho principal do retábulo encontra-se a imagem de Nossa Senhora de Monserrate com o Menino, escultura de finais do século XVI. Em meados do século XVIII a capela foi ampliada e acrescentada a torre sineira. 



Igreja de Santo Antão

Na época da crise dinástica de 1383/1385, o reino de Portugal esteve ocupado pelos castelhanos, tendo sido o Mestre de Avis, futuro D. João I, o líder da revolta lusitana. Com a Batalha de Aljubarrota, as praças portuguesas em poder de Castela começaram a cair. Assim, depois de o porto de Atouguia ter sido abandonado pelos castelhanos, os obidenses entregaram-se ao Mestre de Avis, que organizou militarmente o território, com o intuito de defender melhor o reino.

 Um dos combatentes da Ala dos Namorados, designação dada, de acordo com o professor Carlos Orlando Rodrigues, “ao lado direito do quadrante, mais exactamente à vanguarda virada para Leiria, que os portugueses formaram como táctica de combate na Batalha de Aljubarrota” foi D. Antão Vaz Moniz, fidalgo de Óbidos e cavaleiro a pé. Depois da vitória na referida batalha, D. Antão, em 1386, mandou edificar uma capelinha em honra do santo do mesmo nome. Essa ermida foi construída no cimo de um monte, a norte da vila, de onde se obtém uma vista panorâmica deslumbrante. D. Antão passou aí os últimos anos da sua vida, enquanto asceta, tendo pedido para ser sepultado no interior da capela, sem qualquer tipo de inscrição.
Estes acontecimentos históricos originaram a famosa romaria de Santo Antão, que se realiza nesta freguesia, a 17 de Janeiro. A ermida situada no local de difícil acesso, mas de grande importância agro-pecuária, tendo o porco um papel relevante.
Santo Antão nasceu no ano 201, e morreu no ano 306, viveu então 105 anos, conhecido por protector dos animais é invocado em caso de doença de algum animal ou no caso de se ambicionar uma boa ninhada. Antigamente as promessas cumpriam-se com a oferta de linguiças ao Santo, mas, actualmente, os chouriços são pesados e vendidos  e os crentes oferecem o valor monetário correspondente, reservando os enchidos para a merenda.






 A da Gorda
 Igreja de Santo António

Esta bela Capela dedicada a Santo António de Lisboa situa-se em A-da-Gorda, tendo sido o actual templo edificado em substituição de uma pequena ermida que aí existiu. Da antiga ermida ainda hoje se conserva como relíquia uma imagem antiquíssima, em pedra, do seu patrono.
Existe uma lápide a felicitar o povo do lugar que com as suas esmolas construíram a torre no ano 1893.
A actual Capela foi, no século XVII, embelezada com pinturas não assinadas e, no século seguinte, foi revestida, interiormente, de azulejos. No interior, destaca-se, igualmente, três altares de talha dourada, bem como o tríptico de inspiração franciscana que se encontra sobre o cruzeiro do altar-mor. Idêntica atenção merece a pia de água benta, de estilo Romântico, com três cabeças de símio, visto que a tradição diz que a água
Benta afugenta os demónios.
 Bairro Senhora da Luz
Igreja de Nossa Senhora da Luz

A capela, que fica na localidade de Bairro Senhora da Luz, de evocação á Nossa Senhora da Luz, a primitiva ermida terá sido construída nos inícios do século XVIII, para responder às necessidades religiosas de uma população em crescimento.
 Carregal
Igreja do Senhor Jesus da Pedra

Igreja situada na localidade do Carregal, foi inaugurada no ano 1991.
As ligações familiares com as vizinhas localidades do Arelho e de trás do Outeiro ( que permitem equacionar a hipótese de a aldeia ser uma zona de passagem para os moradores) e a proximidade das capelas dessas localidades bem como da própria sede de freguesia ( Igreja de São João do Mocharro) poderão justificar que a aldeia, só recentemente, tenha construído a sua própria capela.
Não obstante, o população realizava, desde o século XVIII, uma festividade religiosa ligada ao Santuário do Senhor Jesus da Pedra: o Círio do Carregal que, no dia de quinta-feira da Ascensão levava os moradores até ao recinto do referido santuário. Em comemoração dessa tradição e aquando da realização do círio no ano de 1997 ( ano em que o santuário fez 250 anos), foi oferecida aos romeiros uma réplica da imagem do Senhor Jesus da Pedra, tendo na base um fragmento da Cruz



Arelho
Igreja de Santo André
Esta igreja fica situada no localidade de Arelho. Cuja a requalificação urbana largo e capela inaugurada no ano 2004. Sobranceira a toda a aldeia, a Capela de Santo André, templo rural de uma só nave e com uma galilé exterior alpendrada, na fachada principal. Na mesma fachada, encimando o alpendre, está inscrita uma imagem de pedra representando o orago que Gustavo de Matos Sequeira, em 1955, datou do século XVI a atribuiu a um escultor de nome Nuno Alvares. No interior da capela, destacamos a imagem do orago datada, segundo informação do historiador Sérgio Gorjão, do século XV ( o que deixa antever a antiguidade da capela), da autoria de um escultor da escola de Coimbra que assinava as suas obras com as iniciais P.A. O mesmo escultor terá sido o autor da escultura de São João Baptista do Mocharro, datada da mesma época e hoje exposta no Museu Municipal.
Podemos ainda admirar várias imagens do período Barroco ou de influência barroca: Nossa Senhora dos Milagres, Nossa Senhora das Neves, Nossa Senhora do Rosário e Nossa Senhora da Conceição ( as duas últimas no altar-mor da capela, cujo retábulo datará dos finais do século XVIII).
Trás do Outeiro
Igreja de Nossa Senhora da Conceição

Igreja situada no lugar de Trás do Outeiro, tem uma lápide com o nome da padroeira e o ano de  1909- 1938.

No largo principal da localidade situa-se a pequena capela de Nossa Senhora da Conceição, construção provavelmente dos princípios do século XVIII. Para além do interessante adro que rodeia a capela, situado num plano mais elevado que a rua, destaca-se a pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição, provavelmente do período barroco. Do mesmo período, serão as imagens de Santa Justa e Santa Rufina, provenientes da ermida com o mesmo nome, colocadas em dois nichos abertos do lado esquerdo ( a primeira) e direito da capela-mor, para além do sacrário do altar-mor, em talha dourada.


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Freguesia de São Pedro

 Igreja de São Pedro

De fundação Medieval, da sua construção inicial conserva apenas os vestígios do antigo portal gótico na fachada. Foi reformada na segunda metade do século XVI, como outras igrejas da Vila, de que subsistem o portal principal , a capela baptismal à entrada do lado do Evangelho, coberta por uma pequena cúpula reticulada . Muito afectada pelo terramoto de 1755, destaca-se no seu interior, de nave única, o magnífico retábulo barroco de talha dourada do período joanino. A antiga pintura da tribuna do retábulo - S. Pedro a receber de Cristo as chaves do Céu - de finais do século XVII ou princípios do XVIII , encontra-se actualmente na parede do lado da Epístola. 
Nesta igreja foi sepultada a pintora Josefa de Óbidos (1630-1684) e o Padre Francisco Rafael da Silveira Malhão (1794-1860), este com lápide evocativa na capela-mor.

Igreja de São Martinho
Capela gótica – tumular. Situa-se no largo de S. Pedro em frente da Igreja de com o mesmo nome.
Foi instituída em 1331 pelo Padre Pêro Fernandes.

 Na frontaria, rematada por cachorrada, destaca-se o pórtico ogival de três arquivoltas assentes sobre colunas de capitéis vegetalistas e encimado por uma inscrição gótica. No interior, coberto por abóbada nervada, encontram-se três túmulos , apresentando um deles uma espada esculpida.).

 Igreja de São João Baptista
A sua origem remonta a 1309 quando a Rainha Santa Isabel constrói neste lugar, outrora afastado da Vila, uma gafaria ou leprosaria com uma capela dedicada a São Vicente. Contudo, a configuração que ainda hoje apresenta resulta em grande parte das obras sofridas ao longo do século XVI, após a integração dos seus bens na Santa Casa da Misericórdia de Óbidos, então fundada: nave única e capela-mor coberta por abóbada de nervuras ogivais, ostentando no fecho central a Cruz de Cristo. A comunicação entre a igreja e a gafaria seria feita através de uma galilé, cujos arcos se detectam no interior. Em meados do mesmo século, sob o reinado de D. João III, novas obras são realizadas.
De facto, sabe-se que entre 1530 e 1550 a nave é ampliada, fechando-se a galilé, e no exterior são colocados contrafortes e um novo portal de gosto clássico. Em 1636 transita para esta igreja a sede da paróquia de São João Baptista do Mocharro, até aí sediada na igreja do mesmo nome localizada fora das muralhas, facto que terá dado origem a novos trabalhos de remodelação, como a pintura da abóbada da capela-mor com motivos de brutesco policromos.
O terramoto de 1755 terá afectado também o templo, correspondendo a esse período a torre sineira e o actual retábulo da capela-mor, de talha rococó com uma tela representando São João Baptista
 Santuário do Sr. Jesus da Pedra

Fora da Vila, na estrada para as Caldas da Rainha, ergue-se o Santuário do Senhor da Pedra, templo inaugurado em 1747. O risco da obra é de autoria do Arq. Capitão Rodrigo Franco (da Mitra Patriarcal) e tem a particularidade de articular um volume cilíndrico (exterior) com um polígono hexagonal (interior), em planta centrada à qual se anexam três corpos (dois correspondentes às torres e outro que corresponde à sacristia). No seu programa de simetrias destaca-se o jogo de janelas invertidas. O seu interior apresenta três capelas: a capela-mor dedicada ao Calvário, com uma tela de André Gonçalves, e as capelas laterais dedicadas a Nossa Senhora da Conceição e à Morte de São José, com telas de José da Costa Negreiros. A "estranha" imagem de pedra de Cristo Crucificado, em maquineta própria no Altar-Mor, esteve até à inauguração do Santuário recolhida numa pequena ermida junto à estrada para Caldas da Rainha onde era objecto de grande devoção, nomeadamente do Rei D. João V.
 Pinhal
Igreja de Santa Ana

Este Igreja fica situada na povoação de Pinhal .Na tradição cristã, a devoção à Santa Ana é bastante antiga. O seu culto remonta ao século VIII, quando, no ano de 710, suas relíquias foram levadas da Terra Santa para Constantinopla, donde foram distribuídas para muitas igrejas do ocidente. A sua devoção popularizou-se na Idade Média, tendo sido associado, já no século XVI, o dia 26 de Julho às celebrações da Santa Ana
Santa Iria
Capela de Santa Iria
Capela esta que fica no lugar de Santa Iria. Templo situado junto ao velho Aqueduto, mandado construir por D. Catarina em 1573 tendo sido ampliado por  Filipe III e parcialmente destruído pelo terramoto de 1755. Nela existe uma pequena imagem do orago, escultura em pedra, quatrocentista.

Crónica de sua origem; “ Quando a Rainha D. Catarina, esposa de D. João III ordenou a construção do Aqueduto, os operários que nela trabalhavam prometeram erguer um pequeno templo em honra do santo em cujo o dia concluíssem o trabalho. Como o acabamento de tão grande obra se verificasse no dia vinte de Outubro, logo os operários decidiram que a capelinha fosse consagrada a Santa Iria, Virgem e Mártir de nacionalidade portuguesa.


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Freguesia de Gaeiras



Capela de São Marcos
A capela privada de São Marcos é datada do séc. XIX. Faz parte de uma propriedade “ A casa das Gaeiras” Mas no início do Séc. XVIII, já em 1730, a designação de Gaeiras de Além, aparece substituída por Gaeiras de São Marcos. O que nos lava a crer que a pequena capela ou culto terá a sua origem muito provavelmente nesse período.
De construção singela, sem grande opulência, a Capela de São Marcos é um edifício de planta retangular, com um pequeno alpendre e com telhado de duas águas, bem ao gosto típico da pequena construção religiosa da região. O seu interior é decorado com pinturas no teto e com a imagem de São Marcos, e guarda os restos mortais da família Pinheiro, que deste os finais do séc XVIII, habitam a casa das Gaeiras, que lhe fica contigua.
No entanto, a principal curiosidade existente na Capela, é o monumental e impressionante túmulo do Vice-almirante Henrique de Sousa Prego.

Convento de São Miguel
Convento fundado em 1569, por Infante D. Henrique, filho de D. Manuel I, onde se instalam Frades Arrábidos da Ordem são Francisco.
A obra de maior destaque é a igreja do Convento, templo conventual recuperado no ano 2000.  A igreja é de uma só nave, coberta por uma abóbada caiada e com dois altares colaterais.
Igreja de Nossa Senhora da Ajuda
Mandada construir pelo Beneficiado António da Silva e Faria, no século XVIII e restaurada em 1959.



Nova Igreja de Gaeiras
A nova Igreja das Gaeiras teve inicio de construção em Junho de 2012 e a inauguração em Setembro de 2013
A Comissão para a Construção da Igreja realizou diversas iniciativas para a obtenção de fundos para a obra, nomeadamente festas, um concerto do Padre Borga, venda de castanhas oferecidas pela Casa das Gaeiras, venda de peças de crochet e de pão cozido ao domingo no Largo do Mercado e peditórios. A comissão também conseguiu vender os seis mil metros quadrados de terreno (para onde esteve prevista anteriormente a construção da igreja) e até a realização de um leilão com uma imagem de barro de Cristiano Ronaldo e por ele autografado.

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Freguesia de A dos Negros

 Igreja Matriz

A Igreja Matriz de Santa Maria Madalena em A-dos-Negros, possui uma só nave, com altar-mor, dois colaterais e dois laterais. O interior está coberto por um tecto de madeira, de três planos, e o da capela-mor, de abóbada.
 O grande destaque são as pias, a baptismal e a da água benta, esta de pedra lavrada quinhentista. Há a destacar a pia baptismal de um estilo manuelino .
 Séc. XV - época provável da construção da primitiva igreja;
séc. XVI - data da pia de água benta;
séc. XVII - construção do actual templo; 1658 - data incisa no arco triunfal;
séc XVIII / XIX/ XX- obras de remodelação e remoção dos azulejos barrocos. 
Igreja do Santíssimo Sacramento


 Séc XIX – data provável da construção do templo, de instituição particular, integrando-o numa propriedade cuja casa do Séc. XVII era pertença do Padre Gomes, um dos fundadores da Congregação do Oratório.
1908 - Data inscrita no portão de ferro do adro, época provável de obras de beneficiação do edifício.
Tipologia; 

Arquitectura religiosa, igreja de nave única com cobertura de caixotões e capela-mor em abóbada de berço. 
Características Particulares 
Tem no seu interior 2 pias de água benta muito anteriores à construção da capela, provenientes de outros lugares. 


 Sancheira Pequena
Igreja de Santo Amaro

INTERIOR: a nave e capela-mor tem tecto em laje de tijoleira e betão. À entrada do templo, ao lado direito, encontra-se uma pia de água benta e, à esquerda, o acesso ao coro.
 Outrora o coro foi em madeira, mas foi substituído na segunda metade do séc. 20 por uma laje de betão assente em dois pilares também em betão. A parte superior é guarnecida com uma balaustrada de madeira. Na nave, ladeando o arco da capela-mor, estão duas marcações de edículas onde se encontram as imagens do Sagrado Coração de Jesus e de Nossa Senhora de Fátima. O pavimento da nave é em mosaico  com dois padrões: um que marca a passadeira central e outro que preenche os espaços de assistência. Acede-se à capela-mor por um degrau que define o presbitério. O pavimento é em laje antiga em pedra Molianos, sobre o qual assenta um estrado de madeira forrado a alcatifa, onde se encontra o altar mor, composto por dois pilares em pedra e um tampo.   Encontra-se nesta igreja as imagens da Virgem com o Menino , Santo Amaro  e outra virgem com o Menino.  



 Igreja do Espírito  Santo
 Sancheira Grande
A construção original desta capela datada do século XVI, contudo, a construção actual foi erguida apenas na primeira metade do século XVIII. No interior, destaque para a tela "O Pentecostes", atribuída a Pedro Alexandrino datada de 1740/1750.
Tipologia 
Arquitectura religiosa barroca - neoclássica. 
Características Particulares 
Acentuada desproporção entre a galilé e o corpo do templo, sendo visíveis duas fases de construção.



Gracieira
Igreja do Menino Jesus

Igreja construída no ano 1943.
Igreja de São Sebastião
 Casais da Areia
A Igreja São Sebastião pertence ao lugar de Casais de Areia, apresenta uma arquitectura moderna sendo o tecto de uma só nave. Destaca-se o altar- mor com uma pintura em azulejo, alusivo ao mártir São Sebastião, e uma pintura no tecto, ambas pintadas pelo um pintor local. Tendo sido inaugurada em 1994.


 Quinta Carvalhedo
Capela de Santo António

Areirinha

Igreja de Nossa Senhora Assunção


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Freguesia de Usseira


Igreja de Santa Luzia
A Igreja de Santa Luzia é de uma preciosidade, o magnifico púlpito de pedra seiscentista, que diz-se tradicionalmente que é proveniente do Convento S. Miguel de Gaeiras.
Porem existem algumas lendas em redor de Santa Luzia :diz-se que a fogo que se acende de 12 para 13 de Dezembro celebra a heroicidade de Santa Luzia na defesa da sua virgindade, pois que, condenada à fogueira, fez-se tão pesada que ninguém a conseguiu para lá arrastar. Tiveram de recorrer a uma junta de bois que, com grande dificuldade, a atirou para as chamas que foram incapazes de a consumir e por isso mesmo, foi sujeita à morte pela espada, isto no ano 304. Recordando a virgem e mártir, a Usseira ergue, em sua honra, uma fogueira.


Igreja de Nossa Senhora do Rosário


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Freguesia de Sobral da Lagoa


  Igreja de São Sebastião                         

 Capela de Nossa  Senhora  da  Conceição

A história da localidade Sobral da Lagoa , parece ter começado quando, no ano 1583, um homem de nome Domingos dos Santos Ferreira Neto, que vivia em Óbidos há pouco tempo, resolveu dar um passeio até ao elevado morro, situado a sueste da Vila. Chegado ao local, ficou fascinado com a paisagem que tinha pela frente, nomeadamente a soberba vista para o mar e a proximidade com a lagoa de  Óbidos.  Perante tal cenário, este senhor resolveu construir ali uma casa, à qual seguiu uma outra, habitada por uma família amiga.  Passados alguns anos, isto é por volta do ano 1617, já ali existia um pequeno povoado de vinte e três fogos e cerca de cem habitantes. O passo que se seguiu foi a construção de uma capela consagrada a Nossa Senhora da Conceição.
Com o aumento da população, o povo  decidiu construir uma ermida com capacidade para acolher mais fieis. Com o apoio dos frades de Varatojo, mandou-se construir o respectivo templo, dedicado a S. Sebastião
 N. S. Conceição
Cronologia 

1617 - Construção do templo;

1888 - Restauros


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Freguesia de Olho Marinho

 Igreja em Honra do Imaculado Coração de Maria
A Igreja Matriz fica situada num espaço onde existe uma praça, e a poucos metros dos famosos “ Olhos de Água”, no centro de Olho Marinho.
O processo de edificação desta Igreja teve o inicio em 1845, mas a sua construção levou cerca de dez anos, tendo sido inaugurada em Agosto de 1856.
Uma vez que ao longo destes anos, ela sofreu trabalhos de reparações, mas sempre foi preservado o traço arquitectónico original.

Igreja de Nossa Senhora do Amparo

Situada na freguesia do Olho Marinho, no limite com o concelho de Peniche, existe uma pequena ermida dedicada a Nossa Senhora do Amparo. De arquitectura simples, a sua construção é muito antiga, datada do século XII ou XIII, mas de certeza anterior ao Foral concedido por D. Pedro I à povoação de Serra d'el Rei.


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Freguesia de Amoreira

 Igreja Jesus Maria e José
De planta longitudinal, a capela é composta por uma nave única e capela-mor de massa simples, disposta na horizontal. O edifício apresenta cobertura do exterior em telhado de duas águas.
A fachada principal, virada a Este, mostra embasamento escalonado de pano único, sendo delimitado por cunhais de cantaria. O frontispício exibe remate em empena triangular de cornija moldurada e saliente, aberto no tímpano por olho de boi, encimada por cruz trevada e pequena sineira em arco alteado. Entre a porta de verga em arco abatido e a janela de moldura recta existe uma cartela com a data: “1753”, data da inauguração da ermida.

 Igreja de Nossa Senhora de Aboboriz
Situada junto à Estrada Nacional 114, a Igreja de construção arcaica, sofreu grandes modificações ao longo do tempo. A sua fundação terá ocorrido nos primórdios da monarquia, e em 1755 com o grande terramoto terá sofrido bastantes danos tendo sido reconstruída no século passado.
Conta a lenda que a construção da igreja de Aboboriz se deve à descoberta de uma imagem e Nossa Senhora no tronco carcomido de um loureiro por uma pastora que apascentava o seu rebanho na Veiga de Bobris e que o povo do lugar ao ter conhecimento do facto construiu uma ermida em homenagem à Virgem, passando a chamar ao local Senhora de Bobris que, com o passar dos anos se transformou em Aboboriz.
Diz ainda a tradição que a imagem encontrada era do tempo dos visigodos que, com receio da moirama que havia invadido a Península Ibérica em 711, e chegados à Lusitânia em 715, a destruíssem, a esconderam no local onde mais tarde seria encontrada. Era uma imagem em pedra com um metro de altura revelando grande imperfeição, mas de grande antiguidade. Representava a Senhora a dar o seio ao Menino Jesus. Esta imagem foi retirada do seu lugar e destruída durante a revolta de 14 de Maio de 1915. Foi substituída por outra, que em nada se assemelha.
A padroeira da freguesia, Nossa Senhora de Aboboriz, é ainda célebre pelo milagre que terá feito: é tido por certo que um homem do lugar da Amoreira fora cativo dos Mouros e que no cativo era mal tratado pelo seu senhor. Sempre que sofria maus tratos ele gritava por Nossa Senhora de Aboboriz, ao que o mouro muito encarnecia. Para que o cativo não fugisse, o mouro metia-o, à noite, dentro de um caixão, que por sua vez estava preso com uma corrente à coluna de pedra, fazendo depois a sua cama sobre o mesmo. Passaram-se anos no cativeiro, em que o cristão era, continuamente, martirizado pelo mouro, chamando sempre pela Senhora de Aboboriz. Até que uma madrugada, o mouro gritou pelo cristão, interrogando-se se na sua terra havia campainhas ou sinos. Ele disse que sim. Saindo do caixão vira que ele e o mouro se achavam junto à igreja de Nossa Senhora de Aboboriz e que o mouro se convertera. Verdade ou não, o que é certo é que há disto um painel tão antigo, que já não se pode ler o letreiro por estar o pano roto e que o caixão e a corrente ainda existem: o caixão, de boa madeira e com chapas e fechadura de bronze, encontram-se na sacristia, ao passo que a coluna e a corrente estão do lado do Evangelho, junto ao arco da capela-mor. 

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31cm/40cm
Preço 100€